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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A solidão não é viver só...


"A solidão não é viver só...
A solidão é não sermos capazes de fazer companhia a alguém ou a alguma coisa que está dentro de nós... 
A solidão não é uma árvore no meio duma planície onde só ela esteja..
É a distância entre a seiva profunda e a casca, entre a folha e a raiz."

José Saramago
imagemdaqui


Importante é decidir...


Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velho. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.
É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga pra você que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.
Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.
Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!
Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou?
Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.
Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.
Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

Cora Coralina
imagem: Elena Kalis



terça-feira, 21 de outubro de 2014

Entusiasmo - estar em Deus



Aquilo que você vê é aquilo que você recebe.Tem de ser assim, pois a vida reflete de volta a você o que você é, tal qual você pensa. Olhe então ao seu redor.Você gostar do que vê? Você criou as suas circunstâncias. Ninguém mais é responsável.Você pode achar isso duro de engolir, mas é verdade. Nós fazemos o nosso mundo.Sem álibis, sem desculpas.

Emerson disse: 
"O entusiasmo é o motor possante do sucesso" Por que, então não saudar a vida com entusiasmo?
"Mas, e se eu não me sentir entusiasmado?" , pergunta você.

A solução é simples: finja que está entusiasmado, aja com entusiasmo e em breve sentirá essa velha emoção correndo pelas suas veias e desanuviando o seu semblante. A palavra entusiasmo vem do grego en-theos e significa "estar em Deus". Não é magnífico?

E mais ainda, você atrairá coisas boas para a sua vida diária porque então emitirá vibrações positivas. Lembre-se: o que você dá, você recebe. Não há escapatória. Por isso, mais vale tirar partido dessa regra. Lance o seu melhor olhar à frente - e a vida o refletirá de todos os lados!


Trechos de : Viva Uma Vida de Prosperidade 
Kenneth Thurston Hurts
Colaboração: Kaka Stelê do Blog Estrela, Flores...Melancia 


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Existe tanta beleza no mundo...


"Existe tanta beleza no mundo e tantas cores e tanta poesia e tantas visões mágicas sobre tantas coisas aparentemente banais que me falta o fôlego de vez em quando. Tem tanto de tudo pra todo mundo e, às vezes, tudo o que eu queria era que as pessoas enxergassem o mundo através dos meus olhos. Eu sinto o meu coração apertar a cada vez que alguém me diz que não acredita no amor e na beleza e na poesia e na magia e nos milagres, porque eles existem existem existem e estão todos à nossa disposição, basta que tenhamos os olhos atentos para ver aquilo que a vida nos mostra o tempo todo todo todo. O que você faz quando as cores te invadem? Você as nota? A vida por si só é um milagre. Não se esqueça..."

Flávia Melissa
imagemdaqui

Curando e SE curando...


Recomendação: se conceder poder a condições adversas, pessoas, lugares ou coisas, e em Nome de Deus, a cada momento e você achar a ponto de começar a dizer “Eu estou doente”, “Eu estou arruinado”, “Eu não estou me sentindo bem”, inverta instantaneamente essa condição, fatal ao seu progresso, e declare mentalmente, mas com toda a intensidade de seu ser - Eu Sou “EU SOU” - que sou saúde, opulência, perfeição, felicidade, paz, e o poder de reconhecer a Perfeição em toda parte.
Quando diz e sente “EU SOU” você liberta a fonte da Eterna, Imorredoura Vida, para que ela possa fluir ao longo de Seu curso imperturbavelmente. Em outras palavras: abre amplamente a porta ao Seu escoamento natural. Quando diz “Eu não sou”, fecha a porta diante dessa Poderosa Energia.

Livro de Ouro de Saint Germain
imagemdaqui


18º Dose


Reprimir é um mecanismo de defesa que impede que impulsos inaceitáveis atinjam a sua consciência. Volte seu olhar para dentro de si e veja se você consegue lembrar-se de qualquer evento emocionalmente carregado do passado que tenha medo de enfrentar.

Bom Dia!

domingo, 19 de outubro de 2014

Ciúmes: A doença dos que tem a libido reprimida...


A pessoa ciumenta, dentro de uma relação "afetiva",pelo que percebo, está sempre focada na possibilidade de outra pessoa "estragar" sua relação amorosa.
O medo do abandono é tão profundo, que a pessoa deixa de desfrutar do próprio amor que poderia viver, para colocar sua atenção na iminência da perda, como se já estivesse se prevenindo dela. Ela tem tanta convicção de que será abandonada, que só pensa nisso, só olha para isso e não tem disponibilidade interna para vivenciar o amor. Ou seja, está sempre se relacionando com seu pavor, com sua sombra, com seus medos e fantasias de abandono. Ela não se relaciona com seu parceiro(a) de forma plena, inteira e sim com o fantasma do(a) outro (a) que está por vir a qualquer momento e desapoderá-la. É como se ela estivesse sempre num ménage à trois compulsório, em que a terceira pessoa é vista como sendo a ladra de parceiros afetivos, aquela que irá usurpá-la.
Entretanto, possivelmente, essa pessoa não sabe que ela não é uma vítima passiva dos acontecimentos, mas sim que é ela quem constrói sua realidade em consonância com o cosmos. Portanto, no meu entendimento,aquilo que ela vibra, atrai para si. Quem tem medo da perda, já está na energia da própria perda.Está emitindo o sinal de falta para o universo o tempo todo e não de plenitude.Está focada naquilo que poderá ser retirado dela e não no amor que já existe nela mesma. O outro,que irá " roubá-la", é muito mais forte na sua consciência do que ela mesma. Ela não percebe, entretanto,que só pode ser levado de si aquilo que não é essencialmente seu.


Possivelmente,ao que me parece, ela projeta seu próprio poder, sensualidade e libido, que está reprimida, numa terceira pessoa, porque é incapaz de reconhecer essas qualidades em si mesma. A mulher ou homem, da sua imaginação, que irá privá-la de viver seu grande amor, no fundo, é ela mesma. Ela projeta nessa terceira pessoa características que ela mesma tem, mas não enxerga.Por exemplo: ela vê uma mulher belíssima e muito sensual e acredita ,profundamente, que essa mulher poderá seduzir seu parceiro afetivo e levá-lo embora.Isso acontece porque, muito possivelmente, ela não reconhece sua própria beleza e sensualidade, então, a projeta na outra mulher.
Contudo, normalmente, pelo que vejo, a pessoa ciumenta tem uma grande capacidade afetiva.A diferença dela e de uma pessoa amorosa de fato, é que a moeda está virada para o lado oposto. O que fazer então ? Mudar o foco da atenção, dos pensamentos e sentimentos para aquilo que tem de bom em si. 

Meditação, isto é, transcendência da mente, superação do ego, também ajuda muito e, assim como fala o Arly Cravo, a vivência plena da libido, de forma solta e desreprimida.Todas essas técnicas podem ser grandes aliadas para viabilizar a integração da pessoa consigo mesma, na construção da sua confiança e autopercepção.
Essas são, a meu ver, as melhores estratégias práticas que fazem a pessoa ciumenta tirar o foco da perda e ressignificar sua relação consigo mesma fazendo-a entrar em contato com sua imensa capacidade afetiva.
Assim, ela passará, então, a namorar apenas,com inteireza e de forma plena e saudável, o seu (sua) parceiro(a) e não mais, também, o fantasma do outro(a) que ela sempre fantasia que está por vir e roubá-la.
Ela reconhece enfim, que o fantasma da terceira pessoa, é tudo aquilo que ela tem de bom em si, mas ainda não tinha consciência.

Amor, leveza e alegria,
Gisela Vallin
imagens:google

Eu vou um pouquinho mais fundo...
Acredito que vemos aquilo que somos. Se vejo maldade em tudo que meu parceiro faz, no fundo EU estou cheia de maldade...e eu sim tenho essa "capacidade" de fazer toda essa maldade. Talvez eu reprima com todas as minhas forças...mas tenho. Essa maldade "é minha." Por isso vejo e projeto nele. 
E do outro lado, aquela pessoa que se submete a viver com alguém extremamente ciumento, que vive "podando" seus passos...no fundo precisa disso. Não há vítimas.  A sua extrema insegurança atrai parceiros desse tipo.
Bom, esse é apenas o meu olhar...

Também tenho consciência que não é só isso...projeções, inseguranças, baixa estima...
Mas o que Vale é a auto reflexão...e o texto apenas mostrou um caminho.

Sugestão de Livro para quem sofre com o ciúme: "Ninguém é de Ninguém" da Zíbia Gasparetto.
Maravilhoso! Outra forma de olhar esse sentimento que causa tanto sofrimento nas relações.

Beijos reflexivos...


Fique em silêncio...


"Fique em silêncio. Cultive seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que tem a capacidade de ser." 

Pensamento Taoista
imagemdaqui
Colaboração: Sil do Blog: Meus Devaneios Escritos

sábado, 18 de outubro de 2014

Flor do dia


“Muitos dos jogos da natureza inferior que geram destruição na sua vida (e na vida de quem está ao seu redor) acontecem porque você não é capaz de sentir gratidão. A ingratidão é um produto da falta de compreensão sobre o jogo da vida. É isso que alimenta a vítima que te habita. E essa vítima vê defeito em absolutamente tudo, não somente nas situações difíceis e desagradáveis, mas também nas coisas boas da vida. Uma das principais características da vítima é a reclamação, a lamúria, que acaba se transformando num vício muitas vezes mais poderoso do que os vícios em substâncias químicas.” 

Sri Prem Baba
imagemdaqui

O alimento fundamental...


Por que as pessoas desejam a riqueza, buscam a fama, procuram pelo poder, pelo prestígio, pelo destaque social de algum modo?
Para obterem amor.
Por que elas querem ficar bonitas, fazem dietas ou cirurgias plásticas, frequentam academias de ginástica, vão à escola e trabalham, fazem faculdade e cursos diversos, pretendem promoções e escalar na hierarquia das empresas ou subir na carreira profissional? Por que querem tanto ser admiradas e respeitadas, acumulam conhecimento ou títulos acadêmicos, bem como qualquer outro valor?
Para serem amadas.
Por que tantos buscam o “príncipe encantado” ou a “princesa pura e casta”, o “grande amante” ou o “grande amigo”, o “grande mentor”, o “grande líder”, “grande ídolo”, ou a “grande igreja”, uma “grande filosofia” ou uma “grande causa”?
Para se sentirem de posse de uma fonte segura de amor.
Por que perseguem, com afã, prazeres variados, passeios, sexo, divertimento, alimentação descontrolada, drogas e outros escapes? Por que surtam de raiva, de ciúme, de inveja, de ganância ou de ódio?
Porque desejam e nem sempre conseguem se sentir amadas.
Há, porém, uma contradição fundamental, uma falha de foco basilar que é crítica para o entendimento desta fonte universal de alimento da psique e, ao mesmo tempo, a chave para a solução de todos os enigmas humanos. As pessoas não precisam, propriamente, ser amadas. Precisam de amor. Apenas deduzem elas que o conseguirão por meio do amor que os outros lhe devotem, ou, em outras palavras ainda: o respeito, o medo, a submissão ou o prazer ofertados por terceiros, conceitos estes, lamentavelmente, ainda mais distorcidos da verdade fundamental da fome de afeto. E ainda quando algumas percebem que o de que necessitam é, realmente, o amor, dedicam-se à Espiritualidade, à família, aos entes queridos, ao próximo, mas, mesmo assim, comumente, sentem que precisam mendigar o afeto alheio, dos espíritos, dos anjos ou de Deus, o que é um ledo, enorme engano, porque a Divina Providência não poria todos à mercê do capricho alheio, para atenderem a uma necessidade basilar do psiquismo; nem, por outro lado, das formas distorcidas de amor que se costuma encontrar, nos níveis primários de evolução humana, como na Terra.
Os santos que habitaram o orbe manavam este amor especial. As mães, de certa forma, fazem-no. As mulheres submissas e os parceiros carentes, idem. Os filhos pequenos, no amor idolátrico aos pais, também. Os admiradores de grandes professores e de celebridades, igualmente. Mas toda essa forma de amor é oscilante, inconstante e de constituição variada, nem sempre conforme as necessidades psíquicas de quem o recebe.
Por outro lado, o Criador não poderia pôr a satisfação da necessidade fundamental do ser humano, nas mãos de uns poucos eleitos: aqueles que têm muito amor a dar. Não poderia exigir que apenas grandes místicos e santos, mães sacrificadas ou grandes corações amantes tivessem farta provisão do que é alimento primordial de todos.
E onde reside a chave da questão? Num simples dado de sentido. O amor, para ser recebido, não precisa ser recebido. É isto mesmo: trata-se de um paradoxo, como todas as verdades espirituais profundas. O amor não é uma mercadoria escassa, ao modo das posses materiais, algo que se perde ao se dar, e que diminui quando se divide. Mas justamente o contrário: expande-se à medida que se o oferta; multiplica-se, à medida que é partilhado. Não é, portanto, algo que precise ser comerciado com outras criaturas, ao modo de acertos, contratos ou conchavos. Trata-se de uma força que promana do íntimo de cada criatura, dela para ela mesma, ou dela para outras criaturas. Eis por que, quando falta receber de fora, alguém pode obter esse suprimento capital de energia psíquica de dentro de si mesmo. E, principalmente, no simples ato de dar amor, alguém se abastece do combustível essencial para sua psique, nutrindo a si e a uma legião de criaturas que esteja em seu círculo direto ou indireto de influência pessoal.
Quer se sentir pleno, satisfeito, em paz? Dê amor.
Não lhe retribuem? Dê ainda mais amor.
Foram ingratos? Continue dando amor.
Aquel’outros fazem uso indevido do amor que lhes dá e se tornam perversos? Afaste-se deles e dê amor alhures.
O amor é infinito, pródigo e não se manifesta de forma pessoal ou discriminatória. Jamais caia na tentação de cobrar dos outros o amor que você deve a todos. Paradoxalmente (mais um paradoxo), quando der sem esperar nada em troca, o amor virá em sua direção, a mancheias, de diversas fontes, embora não das mais desejadas ou esperadas, pelos seus caprichos e interesses humanos. E, principalmente, virá de dentro e de Cima, repletando-o de uma forma intraduzível que somente quem passa pela experiência pode compreender o que falo.
Está com fome espiritual, com sede de afeto? Alimente-se. Torne-se você mesmo a fonte d’água pura, para si, e ainda contemple, feliz, tornar seu coração uma fonte de felicidade, paz e conforto, para inúmeras outras criaturas.
A felicidade e a bem-aventurança não são uma prerrogativa de santos e anjos. Eles estão em níveis mais altos de expressão desta energia de procedência divina, filtrando-a de modo mais puro, mais claro. Todavia, no seu nível humano, você também pode e deve sintonizar o amor, em forma de bondade, ternura, acolhimento, paciência, simpatia, doçura. E, destarte, estará dando a manifestação singularíssima desta energia divina, conforme a filtragem idiossincrática de sua alma. E, curiosamente: não só estará prestando um serviço original ao mundo, já que ninguém mais poderá fazer como você, porque ninguém é como você, como ainda estará se alimentando da forma personalíssima que sua natureza exige, porque ninguém filtrará, como você, para você, a energia espiritual provinda de Deus, da exata forma como você é e precisa. Portanto, dar para os outros é a melhor forma de dar do melhor modo para si mesmo, já que, se viesse de outrem, mesmo que de um santo ou de um anjo, viria no diapasão próprio daquela personalidade que, por mais elevada e respeitável, ainda assim não será você, e, portanto, jamais suprirá totalmente suas necessidades de energia espiritual específicas, de que só sua consciência lhe pode prover. Doce mistério divino, que compele toda criatura a buscar a ascese evolutiva e faz com que aqueles que parecem sacrificados, por serem os que tomam a iniciativa de dar amor primeiramente, ainda que sem retribuição, sejam, em verdade, supridos em suas carências íntimas como ninguém mais, como nenhum de seus beneficiários, que sempre estarão se alimentando do amor da sua forma e não da deles mesmos.
Quer ser feliz? Dê amor.
Quer estar pleno? Dê amor.
Quer preencher o vazio de seu coração? Dê amor.
Quer se sentir bem-aventurado e completamente realizado? Seja a fonte do amor de quantos puder, sem desejo de receber compensações.
Assim fazendo, pequenos “toquinhos” de “asa” começarão a surgir nos “ombros” de sua alma, e, mais que tudo, como ser humano, estará se tornando, gradativa e seguramente, mais realizado e feliz, a caminho de níveis progressivamente mais altos de expressão de si, de crescimento, de aprendizado e de ainda mais, infinitamente mais: felicidade!


Benjamin Teixeira
pelo espírito Eugênia


Muito lindo...
Mas difícil de por em prática...
Apesar de sentir que essa é a única verdade...
 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O lápis...


"O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas lhe farão ser uma pessoa melhor.

Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação."

Paulo Coelho
Colaboração: Tina Bau Couto do blog: Meu Blog e Eu


O foco da sua vida é escolha sua...


"O foco da sua vida é escolha sua. Vigie seus pensamentos. Onde você decide colocar a sua atenção é o que está escolhendo viver, consciente ou inconscientemente. E o pulo do gato é que aqui, no plano da tridimensionalidade, a dualidade está sempre presente. Bom e ruim, sorte ou azar, milagre ou desastre coexistem a cada segundo e você sempre tem a opção de olhar para o outro lado da rua. Padrões mentais e vícios de condicionamento podem te obrigar a enxergar sempre o mesmo, por isso: Orai e Vigiai. Inspira e expira. Senta e medita. Muda, que quando você muda absolutamente nada consegue permanecer igual."

Flávia Melissa
Imagemdaqui


Seja um colaborador...


Olá amigos!

Bom, o objetivo do blog é "compartilhar"...
Sempre procuro compartilhar textos, mensagens, informações que me fizeram bem...e assim podem ajudar e fazer bem a outras pessoas...só isso.

Então, porque não ampliar os horizontes e deixar que outras pessoas compartilhem aqui também? hã?

Se você tem algum texto, mensagem...enfim ...algo que tenha lhe "ajudado" de alguma forma, compartilhe aqui! Mande para o e-mail do blog: sheilapassarinhosnotelhado@gmail.com
Que será publicado com os devidos créditos e mencionado o nome e o blog ( se for blogueiro) do colaborador.

Vamos expandir, ampliar, trocar informações e saberes...

Mas saliento uma coisinha...
Tudo, eu disse "tudo" que está neste humilde blog...só está aqui porque me "tocou" vamos dizer assim. Então amigos queridos, se alguém enviar algo que possa considerar maravilhoso....mas não tocar o coração da moça de sorriso largo aqui...desculpe, mas não poderei publicar. E peço que leve isso numa boa, não fique chateado nem ofendido! hã? 

Quer ser colaborador? Então vem comigo! 
Mas sem estresse...bem leve...

Um abraço cheio de paz dentro...

Sheila Costa 
do blog Passarinhos no Telhado

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Tudo está "cheio da gente"...


Uma das coisas que aprendi na minha vida que me deu mais liberdade foi que as pessoas não te enxergam como você é, e sim como elas são. E que não importa o quanto você tente se explicar, alguns simplesmente estarão determinados a não te entender. E quer saber? Tudo bem. Como eu disse, esta percepção foi de uma libertação sem igual. Quando a gente entende que não somos nada além de espelhos para os demais, a gente também entende que não importa o que a gente faça, o outro vai sempre e apenas enxergar a si mesmo na gente. E a vice e versa também vale: tudo o que enxergamos no outro está cheio da gente. Então vamos ser mais simples? Antes de apontar o dedo para o outro, examine a si mesmo. Porque, sabe, a gente não reconhece aquilo que não conhece. Então antes de falar do outro olhe para si. Porque não faz o menor sentido olhar pela janela antes de se mirar o espelho.

Flávia Melissa

Então relaxe! :)

17º Dose

 

Dar conselhos é totalmente viciante. Todos nós somos culpados de querer dar conselhos em alguma hora ou outra. Começamos a aprender sobre espiritualidade, e a próxima coisa que nos vemos fazendo é dar sermões para pessoas que simplesmente nos disseram “Oi”. Preste atenção hoje no vício de querer dar conselhos. Pratique escutar mais e oferecer menos sua opinião.
Bom  Dia!

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