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sábado, 19 de abril de 2014

Feliz Páscoa!


Que a semana Santa seja para lembrarmos da nossa Santidade.
Dessa centelha divina que habita em cada coração...
Que muitas vezes está escondida atrás de um Ego doente que nos separa de Deus...
Mas está lá...vivo, pulsante esperando o nosso despertar.

A Páscoa, para mim, é exatamente isso...
Fazer ressurgir em nós essa Santidade...

Ressuscitar dos mortos é acordar para a vida!
É andar sobre a terra consciente e conectado com nossa verdadeira essência...
É estar consciente da Santidade do Outro...
É  perdoar...é se perdoar...

Feliz Páscoa 
e um abraço cheio de PAZ a cada um que passar por aqui...

Sheila Costa
do Blog Passarinhos no Telhado

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Ah...acredito...


"Acredito na lei do retorno. Num mecanismo chamado TEMPO, que coloca tudo e cada coisa em seu devido lugar. Acredito também que nada passe despercebido aos olhares de Deus. Sendo assim, a pior mentira não é aquela que você insiste em contar aos outros, mas aquela que você conta a si mesmo todos os dias, pois é ali que mora a certeza da colheita certa do que um dia foi plantado. Acredito também, tão certo como dois e dois são quatro, que o tempo, de maneira implacável, passa..." 

Virgínia Mello
imagemdaqui

O sal da terra...


“Vós sois o sal da terra”...
Disse Jesus no Sermão da Montanha. “Vós sois a luz do mundo”, enfatizou, e era para os seres humanos que falava. Para nós.

Nós somos o sal da terra.

Mas não vou em frente antes de falar do meu medo. Tenho medo de religiões e ideologias, porque umas e outras são matéria de fé. São dogma. No momento em que você se torna dogmático, você tem um lado e do seu lado está o Bem, enquanto o Mal está do lado de lá. Pessoas mataram e morreram, matam e morrem por causa de religiões e ideologias. Além do mais, aquelas certezas tantas e tão sólidas fazem com que as pessoas deixem de pensar. Não precisa, já está tudo pensado, basta seguir o prescrito e dividir o mundo em dois hemisférios, sem ponderações: aqui estão os certos, lá estão os errados.

Dito isso, que fique claro: não estou falando do Jesus religioso, nesta Sexta-Feira Santa; não estou falando do Jesus cristão. Estou falando de um dos mais revolucionários filósofos morais da História, e da peça central do seu pensamento, que foi aquele Sermão.

A filosofia de Jesus é tão inovadora que nenhuma de suas igrejas compreendeu ou aplicou o seu principal ensinamento. Ninguém entendeu essa passagem:
“Não oponhais resistência ao mau; se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. E se alguém quiser pleitear contigo para te tirar a túnica dá-lhe também a capa. (…) Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”.
Olhando assim, você pode achar humilhante tamanha resignação. Mas Jesus não está sugerindo submissão. Ele se põe acima disso. Está dizendo, simplesmente, que não vale a pena. Ou, como já disseram os Beatles, a vida é muito curta para perder tempo com brigas e confusões. Life is very short.

O Sermão da Montanha é surpreendente. O trecho do qual Erico Verissimo colheu o título de um de seus livros “olhai os lírios do campo”, é de rara sabedoria e de construção preciosa. Jesus dizia que o homem não deve se preocupar com acumulação de riquezas. Não deve se preocupar nem com seu sustento: “A cada dia basta o seu cuidado”. Que frase! O que ele queria dizer com isso? O mesmo que falou a respeito de brigas e confusões: que se preocupar não vale a pena. Ou, usando outro clássico dos Beatles, deixe estar. Let it be.

Mas não, não vou fazer uma exegese do Sermão da Montanha a partir dos Beatles. Não seria tão superficial. O Sermão da Montanha é profundo. Algumas nesgas dele você pode levar como regra. Como quando Jesus diz que cada um julga os outros com sua própria medida. Com essa sentença, ele diz o mais importante sobre a alma humana. Diz que o Mal é o que sai da boca do homem. E é.

Não são palavras santas. São palavras sábias. Mas, de todas elas, as que mais me intrigam foram as que citei lá em cima, na abertura do texto. Como o homem pode ser a luz do mundo, se há tanta crueldade, se pais que matam filhos, como se suspeita acerca daquele pai de Três Passos?

Vinha pensando nisso, vinha intrigado com isso toda a semana, até que, na quinta-feira, minha mulher me contou um caso prosaico. Ela é arquiteta. Naquele dia, havia ligado para o eletricista com quem trabalha, um homem muito sério, muito compenetrado. Assim que atendeu, ele se desculpou: não poderia falar, porque seu filho tinha caído na escola, machucara a boca e precisava ser levado ao hospital. E então, antes que ela conseguisse perguntar como estava o menino, aquele homem sisudo começou a chorar.

Ela me relatou essa história por telefone. Eu estava na redação. Desliguei com o coração apertado, pensando naquele pai, no quanto ele deve amar seu filho e em como devia estar sofrendo com o sofrimento do menino. E, ainda na redação, fechei os olhos e roguei em silêncio para que o pequeno estivesse bem, para que em breve os dois estejam de novo sorrindo, e pensei que é por causa de pais como esse, por causa de amores como esse que, sim, vós sois a luz do mundo. Vós sois o sal da terra.

David Coimbra
Em sua coluna de hoje ( 18/04/14) no jornal Zero Hora

Tive que compartilhar...
Para uma sexta-feira santa...
Não precisa dizer mais nada....

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Cada um oferece aquilo que tem...


Cada um oferece aquilo que tem e que transborda de dentro de si.
Uma parreira oferece doce fruto...
Uma orquídea nos oferece beleza em flor...
Um vulcão só oferece desolamento: larva, mal cheiro e calor
E não é segredo que uma cobra peçonhenta não te oferecerá mais que mortífero veneno.

É bem verdade que podemos reunir tudo isso dentro de nós, mas lembre-se: as pessoas oferecem o que transborda de dentro de si.

Quando fizeres o bem a uma serpente não espere que ela te retribua com uma rosa porque não é isto o que transborda de dentro dela.

Quando fizeres bem a uma serpente faça-o porque é este bem que transborda de dentro de ti pois é justo que compartilhemos o que de bom nós temos em excesso.

Este, pois, deve ser teu único pensamento e expectativa: dê a quem precisa, não espere de quem não tem.
Isto te dará felicidade e te privará de decepções.

E não te eximas de fazer o bem à serpente porque algumas coisas não nos cabem reprovar nem punir
Mas apenas compreender...

Augusto Branco
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Simples assim...


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Uma pequena pausa...



terça-feira, 15 de abril de 2014

Não fique pensando sobre os problemas...



Lembre-se desta palavra, ‘experiência’. Os problemas da vida, todos os problemas da vida, são existenciais, eles não são especulativos. Você não pode resolvê-los pensando; você pode resolvê-los somente vivendo-os. Através do ato de viver, o futuro se abre. Através do ato de pensar, o futuro nunca se abre. Ao contrário, até o presente se fecha.

Talvez você não tenha observado: sempre que você pensa, o que acontece? Sempre que você pensa, você está fechado. Tudo que está presente some. Você se move numa via de sonho dentro de sua mente. Uma palavra cria uma outra, um pensamento cria um outro, e você vai indo. Quanto mais você se move no pensamento, mais longe você fica da existência. Pensar é um meio de ir embora. É um caminho de sonho: é sonhar com conceitos.

Volte para a terra! Volte para a existência.

Os problemas da vida podem ser resolvidos somente quando você fica profundamente enraizado na existência. Voando nos pensamentos, você vai embora das raízes e, quanto mais longe você for, menor é a possibilidade de resolver qualquer coisa. Sem dúvida, você confundirá tudo, e tudo ficará mais emaranhado. E quando maior o emaranhado, mais você pensará, e para mais longe você irá. Cuidado com o pensamento!

Osho
imagemdaqui

Hoje "por acaso" me deparei com esse  pensamento 
que complementa muito bem essa mensagem de Osho...

"Se você quiser acabar com um problema pare de falar nele! 
Sua mente afeta sua boca e sua boca afeta sua mente."
Joyce Meyer

E assim é :)

Psicossomática: Por que adoecemos?


Quando ficamos doentes pensamos em nos curarmos e nem sequer pensamos nos motivos que nos levaram a tal doença, mas é muito importante entender as motivações que nos fazem adoecer. Afinal, por que adoecemos? Essa com certeza não é uma resposta fácil de ser respondida, mas as pessoas adoecem porque têm necessidade de adoecer, ainda que inconsciente, por mais difícil que seja aceitar esse fato. Por que haveria a necessidade para o adoecer? Vamos analisar alguns fatores desencadeantes do adoecer:

- fuga
- incapacidade de expressar as emoções
- desejo de autopunição
- necessidade de atenção (muito comum em crianças e idosos)
- estresse

- Fuga:
A doença pode ser uma válvula de escape dos conflitos emocionais. De alguma forma, ao adoecer somos "obrigados" a nos retirar da rotina para buscar a cura, é como se fosse uma maneira de nos cuidarmos, e que muitos deixam esse importante quesito para a manutenção da saúde em segundo plano. Por exemplo, o caso de um empresário que sofre um infarto quando se depara com a falência de sua empresa. Muitas vezes a doença pode ser mais destrutiva que a agressão original, mas que naquele momento não foi mais possível suportar. Se a pessoa se encontra num momento de fragilidade, ou seja, sem mecanismos de defesa, mais facilmente ela adoecerá. O mais indicado é não negar o sofrimento ou o conflito pelo qual se passa, mas nem sempre a própria pessoa consegue identificar o que sente. A dor tem que ser sentida e esgotada, pois só assim será superada. 

- Incapacidade de expressar as emoções:
A incapacidade de expressar as emoções é um fator importante na origem das doenças orgânicas. Em nossa sociedade, apesar de que nos últimos anos, felizmente, está realidade tem mudado, não há espaço para manifestações de afeto, exteriorização das emoções ou do sofrimento psíquico. Em nossa cultura é muito mais aceitável, por exemplo, uma justificativa pela ausência da pessoa no trabalho, em função de alguma doença física do que por alguma dificuldade emocional. É mais aceitável um enfarte, onde todos ficam comovidos e preocupados; do que uma depressão, ou outro sofrimento psíquico, que geralmente é visto como "frescura". Claro que isso acontece muito mais em função da falta de conhecimento, da ignorância, do que pelo fato em si. Essa postura intolerante diante do sofrimento psicológico fica evidente no comportamento de algumas pessoas que convivemos. A doença física parece ser mais merecedora de atenção e cuidados do que aquele que sofre sem apresentar alterações orgânicas. Isso faz com que muitas pessoas tenham vergonha de sua dor psíquica, não tendo muitas vezes, espaço nem coragem, para expressar seu sofrimento, escolhendo assim, ainda que inconscientemente, a expressão pelo físico. 

Como no exemplo citado do empresário, diante das dificuldades e não suportando seu sofrimento e angústia, ao sofrer um infarto, ele sabe que todos lhe darão amparo e cuidados; mas se ele se colocasse a chorar e lamentar-se por sua dor, poderia receber desprezo e ser visto como alguém fraco.
É comprovado que as pessoas que suportam suas dores sozinhas adoecem com maior freqüência e de maneira mais grave que aquelas que verbalizam suas dores. Algumas pessoas criam dentro de si verdadeiras prisões emocionais. A incapacidade de comunicar com palavras seus sentimentos faz com que o corpo expresse esses sentimentos, ou seja, o adoecer é a forma inconsciente de mostramos nosso sofrimento de uma maneira mais aceitável ou quando não conseguimos fazê-lo de outra maneira.

- Autopunição:
A autopunição surge para aliviar a ansiedade causada por um sentimento de culpa, derivado de um comportamento real ou imaginário, onde a pessoa se agride internamente. São pessoas que inconscientemente se sentem culpadas e merecedoras de castigo. Geralmente com a culpa, sempre vem a autopunição. 
Quando há um conflito, mesmo que não tenhamos consciência de sua existência, será motivo de muito sofrimento, e se não for adequadamente resolvido, resultará em um estado de desequilíbrio do organismo a que chamamos doença. Como nem sempre conseguimos modificar a realidade, temos que nos adaptarmos a ela. Esse processo de adaptação não ocorre impunemente. Os meios que nossa psique lança mão para controlar o conflito são através dos mecanismos de defesa, que podemos entender como válvulas de escape de uma panela de pressão, que se não existirem, a panela explode. A explosão seria a doença, pois nem sempre os mecanismos de defesa conseguem ser eficazes. 

- Necessidade de atenção:
A doença surge como uma forma de obter atenção, principalmente em crianças e idosos.
A opção pelo adoecer se faz pelo que chamamos de ganhos secundários. Para muitas pessoas a doença e o repouso na cama satisfazem suas necessidades de dependência, e até de descanso, como o ambiente hospitalar, que oferecem a oportunidade de satisfação parcial ao serem alimentados, cuidados e protegidos no mundo exterior. Ou as visitas constantes ao médico, tendo que as ouça e lhes dê um pouco de atenção, principalmente entre os idosos. 

Se quando crianças ficávamos doentes e éramos atendidos, quando adultos podemos relacionar ficar doente com obter atenção, buscando preencher as carências e necessidades. Quando ficamos doentes não ficamos mais carentes de atenção, colo, carinho? Isso acontece porque um dos mecanismos de defesa muito comum durante a doença é a regressão, onde passamos a ter comportamentos próprios da infância. A regressão significa uma dificuldade em enfrentar ou controlar as situações de conflito. É como se, voltando a agir como criança, desistíssemos de lutar e nos entregamos aos cuidados dos outros. 

- Estresse: 
O estresse é um conjunto de reações que o organismo desenvolve quando submetido a uma situação que exige esforço para sua adaptação. É uma tensão emocional constante e quando essa tensão se torna intensa e prolongada, poderá haver falha nos mecanismos de defesa e surge a doença. 
A expressão corporal constitui o primeiro e mais primitivo meio de comunicação e de defesa que o ser humano dispõe, principalmente nos momentos que as defesas estejam bloqueadas. 
A vinculação entre estado psicológico e baixa das defesas do organismo baseiam-se nas alterações orgânicas que as situações do estresse provocam: maior produção de cortisona (hormônio produzido pelas supra-renais), que ocorre nessas situações, levaria à maior destruição das células de defesa do organismo. A relação entre o estado psicológico e as doenças não ocorre apenas nas situações de estresse, mas também de tristeza, ou toda sobrecarga de tensão emocional.

Diante do exposto acima, podemos perceber que as origens das doenças podem ser muitas, mas se analisarmos mais profundamente podemos perceber que a necessidade de adoecer está sempre relacionada com a falta de amor a si mesmo, e a necessidade desesperada de reconhecimento e atenção do mundo exterior. E ainda mais, percebemos como é importante expressarmos nossas emoções!


Rosemeire Zago 
Fonte:Stum
imagemgoogle


Interessante...

domingo, 13 de abril de 2014

Flor do dia


“Enquanto estiver preso na ideia da vítima, você terá muitas razões para se vingar. Com isso, você entra num círculo vicioso de destruição infinito. Eu lhe convido a interromper esse círculo, saindo da posição da vítima e compreendendo que ela está dos dois lados: o abusador é tão vítima quanto o abusado; aquele que rouba é tão vítima quanto aquele que foi roubado; aquele que exclui é tão vítima quanto aquele que foi excluído. Em algum momento dentro da sua jornada, você faz empatia com esses “maldosos”. Você se coloca no lugar deles e vê a dimensão da dor que carregam. Assim, não há espaço para vingança.” 

Sri Prem Baba

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A Joia da Vida...


Estamos aqui para falar da paz. 
Muitos seres estão sofrendo neste planeta por falta de paz.
Ninguém fica em paz, nem quem sofre, nem quem causa a dor. 
A paz só existe no amor ao outro. E quem é o outro que devemos amar? 
Esses outros, meus amigos, somos nós mesmos. 
Nesta sala, cidade, país, planeta, galáxia, universo. 
Acreditem, tudo está interligado, somos todos uma teia, um corpo, num enorme tecido de vida. 
A ciência está chegando à conclusão de que as barreias físicas que nos separam não existem, estamos todos juntos, somos todos uma coisa só. 
Devemos acreditar que nosso pensamento negativo faz mal para o nosso vizinho.
E que nosso sorriso aqui vai alegrar alguém do outro lado do mundo. 
A paz é uma decisão de cada um de nós, porque cada um tem dentro de si o amor, que é a verdadeira joia rara da vida...

Discurso final da Novela Joia Rara


Miopia na Linguagem do Corpo


Pergunta:
Cristina, dizem que a deficiência visual(miopia) tem relação com o emocional da pessoa. Quanto. disso é verdade? 

Resposta:
O importante é você se conscientizar que a miopia se desenvolve pela maneira estreita de enxergar a vida. Acabe com os seus preconceitos, medos e indecisões e expanda mais sua curiosidade para as "coisas esquisitas" e aprenda tudo sobre a vida sem medo. Ou seja, tudo o que você achar esquisito faz parte do estado da miopia. Tente encarar tudo com naturalidade, mas com boa cabeça. A miopia tem a ver com edução repressora na infância. Perdoe o passado e se ame.

Cristina Cairo
no Bate Papo Uol
imagem: lestoilesdaz tag:metafísica



quinta-feira, 10 de abril de 2014

O mundo não é cruel...


“Preste atenção, o mundo não é cruel. Claro, tem muita gente má, mas tem milhares de almas lindas e limpinhas por aí. Almas que acolhem almas, que cuidam, que alimentam a vida da gente de forma doce, suave. Acredite na doçura das pessoas, seja verdadeiro, ame com garra, tenha compaixão daqueles que respiram ódio e transpiram ingratidão”

Ju Fuzetto
imagemdaqui

Concordo com você Ju!
Acredito que neste mundo tem mais pessoas do bem do que imaginamos!
Tem sim! o/

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Hostilidade


Quem já não recebeu um golpe de hostilidade quando menos esperava? Basta um gesto brusco, uma palavra desagradável ou um silêncio cortante para sermos atingidos pela dor daquele que declara abertamente estar de mal com o mundo e, quem sabe, especificamente com a gente!

A hostilidade é uma energia baseada na agressividade, e tem como intuito declarar guerra: chamar o inimigo para o confronto, disputar um lugar ou uma posição. Baseada no ódio e na irritação com alguém, sua mensagem é clara: desejo prejudicar você! 

Assim como diz o ditado popular, Quando um não quer, dois não brigam, cabe a cada um saber a hora certa de recuar. No entanto, isso não quer dizer que devamos fugir e desdenhar um aviso de agressão. Como agir diante da hostilidade?

De acordo com a filosofia budista, não nos cabe julgar a atitude alheia, mas sim cuidar da nossa. Neste sentido, podemos sempre escolher como agir ao invés de reagir. No entanto, para manter a calma e a clareza diante da hostilidade, é preciso ter um profundo conhecimento de si mesmo, baseado na certeza de que vale mais a pena o autocontrole do que se submeter a uma provocação alheia. O controle interior é uma virtude das pessoas que se dedicam ao autoconhecimento.

A hostilidade alheia nos intimida na medida que não sabemos lidar com nossa própria agressividade. Isto ocorre porque associamos nossa própria agressividade a uma ideia negativa; no entanto, a agressividade não é necessariamente uma emoção negativa. Ela também contém um sentido positivo: força para agir e seguir adiante. A agressividade, como força genuína do ser humano, não precisa necessariamente estar contaminada pela raiva. Neste sentido, ao invés de surgir como força destrutiva, ela gera força-motriz positiva: coragem para levantarmo-nos de novo e enfrentarmos obstáculos. 

Bel Cesar
imagemdaqui

Quando aceitamos uma provocação, somos apenas um ECO que REAGE a ação que alguém nos provocou.
Independente do resultado do conflito...o provocador sai vitorioso, pois conseguiu o que queria inicialmente: provocar.
Lembramos disso em uma situação provocativa na próxima vez...
Não sejamos apenas um "eco" das ações dos outros...
Um infeliz eco...

Semeie...


“Semeie alegrias, perdão, justiça, verdade e amor. Semeie um coração leve e em paz, sem que os dissabores e as tristezas invadam seu jardim como ervas daninhas. Acalme, abrace e seja gentil com seu jardim interno. Jardim sagrado, que só você tem o poder de cuidar. Semeie. Cuide. E colherá! Seja luz na vida de alguém. Seja um semeador de amor.” 

Cidinha Araujo
imagemdaqui

 

domingo, 6 de abril de 2014

O que você faz com seus sentimentos?


Não, não, não: as coisas não tem de fazer sentido SEMPRE. Nós somos um amontoado de inúmeras partes, muitas vezes contraditórias e ambivalentes. Sim, você pode acordar feliz e triste ao mesmo tempo, satisfeito e frustrado, calmo e irritado: tudo ao mesmo tempo, AGORA! Não despreze nenhum sentimento: todos eles expressam importantes partes suas e têm razão de existir. E quase não importa o que vai acontecer, e sim apenas o que está acontecendo agora. O que você faz com seus sentimentos? 
Varre pra sombra? Permite que te dominem?
 Apenas se dê conta: orai e vigiai. Não a vida alheia. Mas o que acontece dentro de você.

Flávia Melissa

Músculos na Linguagem do Corpo


Pergunta:
Queria saber porque eu malho tanto e minha massa muscular não aumenta?

Resposta:
A massa muscular só aumentará quando você for uma pessoa determinada nas decisões do seu cotidiano e não tiver medo de enfrentar a solidão e os acontecimentos novos. Músculos significam nossa força para segurar problemas e ao mesmo tempo afastá-los de nós com coragem.

Cristina Cairo
no Bate Papo Uol
imagem: lestoilesdaz tag:metafísica



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