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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Sobre Egos e Medos



A principal função do nosso ego é nos manter protegidos e seguros, custe o que custar.
 
Então é bastante natural que alguns eventos ou situações que vivemos em nossas vidas deixem o nosso ego em alerta. 
 
Porque lá no fundo ele pensa assim:
"Tem alguma coisa diferente aqui, algo que não conheço ou que até conheço, mas não tenho uma boa lembrança, não sei onde isso vai dar, não sei se é bom ou ruim…é melhor eu me garantir. É melhor eu me proteger."
 
E uma forma bastante eficiente que o ego usa para se proteger é através do medo.
 
Primeiro para nos deixar fisicamente atentos e ligados, e segundo para fazer a nossa mente criar todos os cenários possíveis para que evitemos qualquer risco ou perigo.
 
A nossa mente vira um grande computador, criando cenários e calculando tudo o que pode dar errado.
 
Imagino que você sabe bem o que estou falando, quem nunca passou uma noite em claro com uma preocupação na cabeça, pensando e repensando em tudo o que podia acontecer?
 
Só que isso cansa, desgasta e estressa.
E pior, tira a nossa autoconfiança.
 
Então como lidar e reduzir os nossos medos?
 
Ou melhor, como usá-lo a nosso favor, como direcionar essa energia de forma produtiva em nossas vidas?
 
Você precisa seguir duas etapas fundamentais.
 
A primeira é identificar e dar nome para os seus medos.

Seus medos têm que estar claros para você, escritos em papel, conscientes e definidos de forma bem objetiva.
 
Pode parecer bobo isso, mas é muito normal nós termos medo de sentir medo, e para que isso não aconteça nós negamos que estamos com medo.
 
O famoso: “não…. tá tudo bem! Tá tudo ótimo, estou super feliz e confiante.” Quando na verdade você está cheio de medos negados.
 
Fugimos de olhar para os nossos medos, de olhá-lo nos olhos e dizer: “Eu te reconheço, você está aqui e não vou te ignorar.” 
 
Quando você escreve os seus medos no papel e torna-os vivos, você já deu um grande passo para não ser derrubado por eles porque agora seus medos não estão mais ocultos e podem ser trabalhados.
 
Você está desperto, atento e consciente em relação aos seus medos.
 
Existe um ditado do Aikido que diz o seguinte:
“Aquilo que é conhecido é trabalhável. Aquilo que é desconhecido pode nos derrubar.”
 
Então tornando seus medos conscientes você pode seguir para a segunda etapa: trabalhar os seus medos.
 
E aqui eu quero que você preste muita atenção no que eu vou dizer!
 
Não só para esse momento da sua vida, mas para toda a sua vida.
 
Essa é uma daquelas verdades que quando compreendida e vivida muda o jogo, mesmo!
 
A origem de todo e qualquer medo é a ignorância.
 
A ignorância sobre si mesmo ou a ignorância sobre o mundo que habitamos.
 
A ignorância é a raiz de todo medo. 

Cortando essa raiz o medo não cresce e cumpre a sua função inicial de nos deixar alertas e despertos para algo.
 
Então o antídoto para qualquer medo é o autoconhecimento e/ou o conhecimento.
 
O autoconhecimento é o antídoto para a sua ignorância a respeito do seu mundo interior e o conhecimento é o antídoto para a ignorância sobre o seu mundo exterior.
 
Então a próxima vez que você sentir medo pense o seguinte:
 
“Estou com medo por que existe algo que eu não conheço sobre mim mesmo e/ou sobre o mundo que eu habito. Esse é um convite da vida para que eu busque essa evolução pessoal.”
 
Coloque esse tipo de pensamento, comportamento e atitude em prática na sua vida sempre que identificar um medo e eu tenho certeza que muita coisa vai mudar para melhor na sua vida.
 
Porque os seus medos vão se desfazendo na medida em que você mergulhar cada vez mais em si mesmo e na busca ativa por informação e conhecimento.
 
É uma jornada, um processo, que você segue pouco a pouco, camada a camada, medo a medo; e aos poucos com presença e com paciência você vai diluindo os seus medos até eles sumirem.
 
E aqui fica mais uma dica:
 
Acostume-se a buscar conhecimento e informação sobre o mundo e sobre si mesmo. Torne isso uma rotina, um processo automático e prazeroso.
 
Porque o medo é um despertador da vida que nos chama para vivermos com mais presença e engajamento. Acorde com esse despertador o quanto antes ou o sono acaba virando pesadelo.
 
Bruno Giménez 

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Existe uma religião que...




Existe uma religião invisível...sem templos edificados, sem homens consagrados, sem ritos à cumprir...
Existe uma religião marginal...assim mesmo, à margem do trivial, à margem do aceitável, na sarjeta das devoções aplaudidas...
Uma religião sem dogmas, sem credo nem cartilha.
Religião dessacralizada, maltrapilha...
Fé que escorre na chuva, no pranto, na rua...
Fé que envolve minha alma e tua.
Que pia nos telhados, sopra e desmancha o penteado, se esgueira feito gato, nos olhando...
Ressabiado.
Fé que acolhe sem perguntas, sem obsessão pelo pecado.
Que brota da terra, perfumando e quebrando os ódios...
Que é toda só amor, sem culpas, sem tribunais.
Fé que quem descobre ter, parece ter endoidado...
Vê Deus em tudo, em todos, em cada centímetro desse traçado...
Esse traçado tão longo, tão puro e tão desvirtuado...
Que é a vida, esse caminho sagrado.
Que não se trilha sozinho...
E se tem que ser compartilhado, que seja na paz.
Religião sem prosélitos, flor que brota sem se aguar.
Fruto do bem divino, estendida a quem queira pegar.
Religião sem santo...
Sua doutrina aprendi, cantando no hinários dos grilos...
Nos “ais” da jornada de gente cansada...
Que ainda se arrisca a perceber encanto!
Na mão que afaga, ungida de compaixão...
É o cuidar, o simples cuidar, é essa a tal religião.

 Gi Stadnicki

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Pessoas mais seletivas evitam aborrecimentos futuros ...




É preciso selecionar as amizades a serem mantidas, os sentimentos a serem guardados, os ambientes onde nos demorarmos, as lutas que valem a pena serem travadas, os amores que merecem ser nutridos. Selecione, porque ninguém poderá fazer isso por você.

Quanto mais o tempo passa, quanto mais maturidade tivermos, estaremos menos dispostos a deixar por perto pessoas e coisas inúteis. Temos mania de carregar conosco, por tempo demais, bagagens que não são nossas. Temos certa tendência a aturar, além da conta, gente que não soma em nada, não acrescenta, não gosta e nem ama. É preciso selecionar.

É preciso selecionar as amizades. Podemos até ser cordiais com as pessoas, mas isso não deve significar que todas elas poderão caminhar junto conosco. Tem gente que emperra, não avança, nem possui a mínima noção de coleguismo. Por que, afinal, manter por perto quem nem se lembra de que existimos, quem não é capaz de perceber quando estamos bem ou não, quem não olha além de si mesmo?

Prof Marcel Camargo
Imagem: Google 

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Sobre o julgar as outras mães...



O problema não é você julgar a mãe que está agindo de uma maneira que você considera inadequada, pense dela o que quiser. O problema é você acreditar no seu julgamento e tomá-lo como verdade. É achar que você sabe do que está falando. É esquecer que seus pensamentos e opiniões são seus e são somente pensamentos e opiniões. Não, você não sabe nada da vida daquela mulher. Você não sabe quantas horas ela dormiu, quantas vezes chorou sozinha de medo e cansaço, quantas vezes se sentiu completamente incompetente e falha. Não faz ideia se ela tem rede de apoio, se tem quem olhe a criança pra que ela possa olhar pra si. Você não sabe o que é ser ela. Então não, você não pode saber como agiria se estivesse naquela situação porque jamais as variáveis serão iguais. E não importa se você já criou 357 filhos ou se educou todos os seus sobrinhos. Ela é única e muito, muito diferente de você. Por isso, queridos e queridas, antes de apontar seu dedinho para uma mãe ou falar que ela está certa ou errada, lembre que suas fantasias são suas, suas verdades são suas e não podem ser impostas a quem quer que seja. Sua intenção é ajudar? Então se cale e escute. Ouvir faz milagres. Quer aconselhar? Pergunte a ela se quer o seu conselho. Mas lembre que as respostas para a vida dela não estão dentro de você. 
Respeite a história que você desconhece. Respeite a complexidade da vida. Julgue a vontade, mas lembre que seu julgamento diz mais sobre você, suas crenças e convicções, que sobre o outro. 
Quer um mundo melhor? Ouça mais que fale. Ouça de coração, ouvidos e alma. Vai te fazer um bem danado. E a nós, mães, também.
Brigada. De nada.

Texto: Elisama Santos
Imagem: Google 

sábado, 23 de junho de 2018

Mãe sempre fica...




Mãe é quem fica. Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica.

Às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica.

Fica neles. Se eles comeram. Se dormiram na hora certa. Se brincaram como deveriam. Se a professora da escola é gentil. Se o amiguinho parou de bater. Se o pai lembrou de dar o remédio.

Mãe fica. Fica entalada no escorregador do espaço kids, pra brincar com a cria. Fica espremida no canto da cama de madrugada pra se certificar que a tosse melhorou. Fica com o resto da comida do filho, pra não perder mais tempo cozinhando.

É quando a gente fica que nasce a mãe. Na presença inteira. No olhar atento. Nos braços que embalam. No colo que acolhe.

Mãe é quem fica. Quando o chão some sob os pés. Quando todo mundo vai embora. Quando as certezas se desfazem. Mãe fica.

Mãe é a teimosia do amor, que insiste em permanecer e ocupar todos os cantos. É caminho de cura. Nada jamais será mais transformador do que amar um filho. E nada jamais será mais fortalecedor que ser amado por uma mãe.

É porque a mãe fica, que o filho vai. E no filho que vai, sempre fica um pouco da mãe : em um jeito peculiar de dobrar as roupas. Na mania de empilhar a louça só do lado esquerdo da pia. No hábito de sempre avisar que está entrando no banho. Na compaixão pelos outros. No olhar sensível. Na força pra lutar.

No coração do filho, mãe fica.

Texto escrito por Bruna Estrela
Imagem: Google

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Se na jornada da vida...


Se na jornada da vida um homem consegue encontrar um amigo sábio e inteligente que é bondoso e tem autocontrole, que ele vá com aquele viajante; e em alegria e lembranças, que eles superem os perigos da viagem.

Mas, se na jornada da vida um homem não consegue encontrar um amigo sábio e inteligente que é bondoso e tem autocontrole, que ele viaje sozinho, como um rei que deixou seu país, ou como um grandioso elefante sozinho na floresta.

Dhammapada
imagemdaqui


 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Quer conhecer a Apometria?



Olá amigos!

Me diz uma coisa...
Você anda triste, sentindo que não tem energia pra nada, sem ânimo, com a vibração baixa...
Pois é...talvez a sua energia esteja sendo sugada! Existem espíritos que sugam a nossa energia vital.
Influenciam nossos pensamentos e emoções. 
Talvez isso que você esteja sentindo nem seja seu! Já parou pra pensar?

Pois é amigos...
Que tal fazermos algo a respeito?
Te convido a conhecer a APOMETRIA 
A Apometria é uma técnica terapêutica criada pelo médico Dr. José Lacerda, cujo objetivo é tratar desequilíbrios espirituais, mais conhecidos como transtornos psicológicos ou seja, dores da alma.
A Andresa Molina, do Espaço Humanidade que entende tudo a respeito, está oferecendo um curso online sobre a Técnica! 
Você pode fazer sem sair de casa! Pensa que Beleza! 

Crescer espiritualmente, fazer uma limpeza energética, entender todo o processo, se reorganizar...
Emitir uma energia mais limpa, atrair pessoas e situações positivas! Quem não quer isso?
Então, que tal tomar uma atitude agora? hã?

Quer conhecer mais sobre o curso? 

Clique AQUI

E vida Nova! Você merece! 


terça-feira, 19 de junho de 2018

O problema do apego...


"Tudo se move, nada é estático.
E quando você se apega a alguma coisa, perde a realidade. 
Apegar é o problema, pois a realidade muda e você não flui com ela."

Osho
imagemdaqui




terça-feira, 12 de junho de 2018

Namore e Enamore-se



Feliz dia dos Namorados! 

quarta-feira, 6 de junho de 2018

A Amizade Madura...



A amizade madura é bem diferente daquela que eu imaginava anos atrás. Eu, na minha ingenuidade, pensava que amizade era estar sempre próximo, falar com frequência, dividir todas as estações. E que surpresa boa foi descobrir que não é necessariamente assim! 

 A amizade madura, por vezes, é justamente o oposto. Ela é livre de cobranças, não tem o peso das obrigações da vida

A amizade madura escuta “já te ligo, não posso falar agora” e a ligação é retomada 9 dias depois. A amizade madura mantém contato diário ou some por anos. Ela pode estar no reencontro inesperado “nossa, que saudades, casei, tive filhos e você?” 

A amizade madura sabe que há épocas na vida onde você dá, dá, dá, e outras onde você recebe, recebe, recebe. Mas que no final das contas, na longa jornada, a balança se alinha. Porque a amizade madura se entende. No consolo, na risada, na ausência, no abraço, no puxão de orelha. 

Amizade madura é gostosa, fácil de levar. A amizade madura está no “Pô, que sacanagem, por que você fez isso?” E também no “Desculpa, pisei na bola”. 

A amizade madura pode perdoar instantaneamente ou precisar de alguns anos para sarar. 
A amizade madura mora na mensagem depois de tempos sem se falar: “Ei, sonhei com você, tá tudo bem?” 
A amizade madura respeita as diferentes fases da vida. Há amigos com filhos, amigos solteiros, amigos focados na carreira. 
A amizade madura é aquela que revive recordações cada vez que se encontram: “Lembra aquela vez quando a gente…?” E as risadas rolam soltas e viram lágrimas de riso. 
A amizade madura pode ser reservada, mas pode atingir níveis astronômicos de intimidade: “Lembra quando fiquei sem grana até pra comprar pão?” 
A amizade madura se entrelaça na sua história, se mistura com sua essência. É especial porque é a mais livre dos arbítrios. É escolher manter no coração alguém que se não fosse pela amizade, seria apenas mais um estranho destes que a gente vê no cruzamento. 
Sim, a amizade madura é uma escolha, sem interesses, sem segundas intenções ou lenga lenga. É uma decisão nossa, íntima. E é isso que faz dela tão forte que nem o tempo, nem a distância, e nem as curvas da vida conseguem apagar.”

 Texto de Rafaela Carvalho
 Imagem: Google

terça-feira, 29 de maio de 2018

Sobre perder os filhos...



Hoje acordei com uma mensagem do dono da escolinha da Nara contando que um coleguinha dela foi diagnosticado com um tumor no cérebro e que será operado nesta quinta-feira. Depois de alguns episódios de forte dor de cabeça e vômitos, que o pediatra acreditava ser gastroenterite, resolveram investigar mais a fundo e descobriram o tumor. Felizmente está num lugar de fácil acesso e estamos todos vibrando para que tudo ocorra bem.

A primeira coisa que me veio à mente foi: preciso enviar amor incondicional a esta família. Em seguida, me lembrei da Elainne Ourives e do que ela fala sobre a cura estar na frequência vibracional da Alegria. Foi com este conhecimento que ela proporcionou a cura de seu filho, que tinha um problema sério de plaquetas, não podia ter hemorragias e passou mais de um ano (aos 5 anos) sendo internado constantemente. Até que ela decidiu "inventar" que ele estava curado e viver em congruência com esta realidade, proporcionando passeios e situações que o deixavam feliz o máximo de tempo. Ensinou-o a praticar a gratidão, a abençoar seus remédios, a declarar amor próprio constantemente. E, sim, ele foi curado!

Depois disso, acordei a Nara e, no lugar de ficar estressada com nosso atraso matinal recorrente, agradeci por tê-la em meus braços, levei-a à sala com ela meio adormecida e coloquei o vinil do Vila Sésamo para dançarmos enquanto o pai tomava banho. Ela foi acordando animada e eu só podia pensar na mãe do coleguinha dela. O que é um atraso diante do milagre de estarmos vivos, juntos e felizes?

Me emocionei ao lembrar do post de ontem da Yvonne Laborda, em que ela contou sobre uma mãe que descobriu que o filho de 6 anos tinha poucas semanas de vida e que tinha decidido que dormiria abraçada a ele todos os dias, que lhe daria tudo o que mais gostasse de comer e que, se pudesse sair do hospital, levaria seu filho onde ele quisesse.

Precisamos mesmo esperar notícias como estas para despertar nosso amor incondicional e ser gratos pela vida? Não sabemos o dia de amanhã e perdemos tanto tempo e energia em detalhes que não importam! Que possamos ser gratos e que possamos conectar com o amor verdadeiro e demonstrá-lo a nossos filhos.

Que possamos vibrar na frequência da alegria, mesmo tendo que viver desafios diários. Hoje estou muito grata por estar aqui e ter minha filha comigo. O mês de maio trouxe muitos desafios, minha filha extraiu dois dentes há 2 semanas e hoje estaria operando para extrair adenoide e amígdalas (tivemos que adiar por uma gripe forte que teve). Foram inúmeras consultas a médicos, algumas bastante traumáticas. Mas hoje, mais do que nunca, só tenho do que agradecer. Estamos bem, estamos vivos e estamos juntos! E é isso que importa, afinal.

E você, já agradeceu hoje estar com seus filhos?


Texto de Canto Maternar 

Lindo e Reflexivo...

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Vá aos encontros felizes!



VÁ AOS ENCONTROS FELIZES!

Pode ser complicado, difícil e caro. 
Pode ser uma viagem longa. Vá!
Tem festa de 85 anos da tia?Vá!
Aniversário do filho do amigo?Vá!
Encontro de 20 anos da formatura? Vá!
Amigo secreto, casamento do primo?Vá!
Pegue o carro, o ônibus, o avião... pegue uma  carona! E vá!
Fica no hotel, na tia, na pensão! Vá! 
Parcela a passagem! 
Dê um jeito, mas vá !

SABE POR QUÊ? 

Porque nos encontros tristes você irá.
Quando alguém morre todos vão. 
Por protocolo, por obrigação ou por amor (e dor). 
As pessoas vão, se esforçam pra ir aos enterros...
Pedem folga, cancelam a reunião, transferem as entregas....
E todos se reunem e se abraçam e choram juntos. 
E é bonito isso. E é bom que seja assim !
Mas é bom que seja assim também nos momentos felizes.!
É bom estarmos junto nas comemorações, nas conquistas, nas festas que brindam a vida! 
Dando risada, relembrando histórias, deixando-nos levar pela alegria despretensiosa dos momentos bons!
Assim, vamos juntando as peças na melhor coleção que a vida tem a oferecer: 

A dos Encontros Felizes!

Texto de Mônica Moro Harger
Imagem:Google 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Flor do dia


Alguns desafios são como atravessar um deserto. A vida se torna seca e árida. Mas, se puder lembrar que você é quem assiste o deserto, sem se identificar com ele, logo passa. Porém, ao se opor a atravessá-lo, brigando e procurando culpados pelo fato de estar no deserto, você acaba ficando mais tempo nele. O deserto representa uma oportunidade de cura das suas feridas ancestrais que chega quando você amadureceu o suficiente para merecer fechá-las. Lembre disso, respire fundo e siga em frente, agradecendo por esse divino incômodo, esse estranho presente, até que possa compreender o seu valor."
Sri Prem Baba

sábado, 12 de maio de 2018

Mãe é de graça...



É bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de avaliação. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.

 O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se viramos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.
 O mundo quer que a gente torre nossa grana, que a gente compre um apartamento que vai nos deixar endividados, que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, nossos dentes, nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, magros e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fossemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

 O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não nos escuta. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.

 Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo nos exige eficiência máxima, seleciona os mais bem dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.

Está é uma a singela homenagem a todas as mães que pousarem por aqui...

Feliz dia das Mães! 


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Respeite a fidelidade dos outros...



No Facebook, uma leitora elogia a sedução de minhas palavras e pede uma horinha comigo pessoalmente. Respondo que sou casado e muito feliz. Ela retruca que não há problema, que não é um impeditivo. Reforço a minha fidelidade e o quanto que não há sentido a sua insistência. Ela não desiste: propõe encontro, passa o número do celular e ainda fica provocando que dê provas de minha capacidade. Continuo direto, objetivo, seco: não tenho olhos para outra mulher. Daí ela se sente ofendida, reclama que não precisava ser grosseiro e dispensá-la. Um pouco mais e me chamaria de fresco, de tolo, de covarde. 

O que pretendo esclarecer é que nunca vou pôr em risco o amor verdadeiro de minha vida. Eu sei o quanto é raro e como foi custoso encontrá-lo. Não me esconderei em ambiguidades, não mentirei para agradar, não me envaidecerei com cantadas, não deixarei que uma estranha saiba algo que a minha mulher não sabe.

Mantenho orgulho de minha exclusividade. Ando em linha reta porque o meu coração guarda alguém em suas curvas. 

Gostaria de declarar, com todas as letras, que a minha esposa é a pessoa mais importante de meus atos, a mais especial de meus gestos, a que mais admiro em meus devaneios. É a minha melhor amiga, a minha confidente, a minha cúmplice. Só com ela eu me divirto só de conversar. Só com ela eu me alegro só de existir. Só com ela um minuto longe de casa significa meses de saudade. 

Jamais sacrificaria o que construímos. Já atravessamos momentos pungentes juntos, como o luto familiar, e não existe mau tempo que nos distancie. Somos inseparáveis na alegria e na tristeza, na doença e na saúde.  

Dói apenas de pensar em magoá-la.

Fidelidade é agradecimento. Agradeço a cada dia por ela estar comigo. E a honrarei com a minha linguagem agora e sempre.

Fabrício Carpinejar
Imagem:Google 

Existem muitos homem admiráveis no mundo...👏🏼

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