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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

A vida é como um piquenique em uma tarde de domingo...



"A vida é como um piquenique em uma tarde de domingo — ela não dura muito tempo. Só olhar o sol, sentir o perfume das flores ou respirar o ar puro já é uma alegria. Mas se tudo o que fazemos é ficar discutindo onde pôr a toalha, quem vai sentar em que canto, quem vai ficar com o peito ou a coxa do frango…, que desperdício! Mais cedo ou mais tarde o tempo fecha, a tarde cai e o piquenique acaba. E tudo o que fizemos foi ficar discutindo e implicando uns com os outros. Pense em tudo que se perdeu." 

Na Terra dos Budas
Imagem:Google 

sábado, 25 de agosto de 2018

Apimentado a vida...



Imagem: passarinhos no Telhado 
Uma das coisas que aprendi a gostar nessa vida foi de pimenta. De uns tempos pra cá sinto vontade de comer coisas apimentadas! Fui pesquisar os benefícios da danada...e olha o que descobri: 

As pimentas são benéficas para o organismo porque possuem atividades antimicrobiana, anti-inflamatória, anticancerígena, melhoram a digestão, diminuem os níveis de colesterol e, por ter efeito termogênico, ou seja, acelerar o metabolismo, ajudam a emagrecer. Mas nem todas as pimentas trazem esta lista de vantagens. Para colher tais benefícios é preciso que a pimenta seja do gênero Capsicum.


As principais pimentas do gênero Capsicum produzidas no Brasil são: jalapeño, pimenta de cheiro, pimenta de bode, cumari-do-Pará, malagueta, dedo-de-moça, murupi, biquinho e cambuci ou chapéu de frade. A quantidade de capsaicinoides de cada uma destas pimentas varia de acordo com a ardência dos frutos, quanto mais picante, maior a quantidade do princípio ativo.

Fonte:minha vida 

Viu só que beleza! 
Bora apimentar a vida gente! :)

Observe o colibri...



"Observe o colibri. Não adianta a flor ser exuberante. Ele só se detém na que tem doçura. O beija flor sabe que, aquilo que importa está dentro. A beleza exterior pode atrair o pássaro, mas ele só fica se ela for projeção do que habita o coração."

Andrade Moraes
Imagem: Google 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Tudo é uma questão de interpretação...


Tudo é uma questão de interpretação! 
E quando falo isso, falo com muita convicção mesmo! 
Tenho uma página no Facebook com o mesmo nome do blog, onde compartilho mensagens, textos etc. E fico chocada como algumas mensagens são distorcidas e mal interpretadas. Às vezes eu fico até me questionando...será que sou eu que entendi tão errado assim? 

As pessoas distorcem conforme suas emoções, conforme o que elas vivem no momento, conforme suas experiências passadas. Muitas vezes elas se detém a “uma palavra” da mensagem e não olham o contexto que ela foi inserida. E julgam! 

Ah! E como  julgam! 
Discordar é uma coisa, mas ser grosseiro é outra bem diferente. 
Em tempos de redes sociais, o que mais temos são juízes escondidos atrás de seus perfis bloqueados ao público. Com seus olhos maldosos estão sempre à procura de um detalhe para “ apontar o dedo” e falar mal. São grosseiros, desrespeitosos e inconvenientes. Jamais agiriam assim se estivessem frente a frente com as pessoas. São corajosos porque sabem que estão distantes! 

Esses dias fiz uma postagem e fiquei chocada como ela foi distorcida. Como ela foi mal interpretada por alguns! 

Vamos olhar além! Sair da órbita do nosso umbigo. 
Quando ler, leia de novo. E de novo, e de novo... 
Pense como a vida é grandiosa e vai além das nossas experiências. 
Se questione! Porque isso me incomodou? 
O que mexeu em mim? 
Ao invés de criticar de primeira, reflita. 
Mas se mesmo assim, discordar e quiser colocar o seu ponto de vista, faça! Mas faça de forma respeitosa. 

Vamos parar de achar que a tela nos distância das pessoas e nos isenta de responsabilidades. 
Magoamos, somos magoados e temos o poder
deixar o dia de alguém melhor ou pior. 
Sim amigos! Podemos escolher. 

Então opte pela gentileza! Pela delicadeza! Pelo respeito! Opte por se colocar no lugar do outro. 
Elegância definitivamente é uma beleza que nunca acaba. 

Beijos respeitosos...

Sheila Costa 
Do Blog Passarinhos no Telhado 

sábado, 18 de agosto de 2018

Como me tornei um guerreiro...



Houve um tempo em que fugia do medo
então o medo me controlava.
Até que aprendi a segurar o medo como um recém-nascido.
ouvi-lo, mas não ceder.
Honra-lo, mas não o adorar.
O medo não podia mais me impedir.
Eu entrei com coragem na tempestade.
Ainda tenho medo
mas ele não me tem.

Houve um tempo em que 
eu tinha vergonha de quem eu era.
Eu convidei a vergonha para o meu coração.
Eu a deixei queimar.
Ela me disse: "Estou apenas tentando
proteger sua vulnerabilidade ".
Eu agradeci à vergonha,
e entrei na vida de qualquer maneira,
sem vergonha, com a vergonha como minha amante.

Houve um tempo em que tive muita tristeza
enterrada bem no fundo.
Eu a convidei para sair e brincar.
Eu chorei oceanos. 
Os meus canais lacrimais estavam secos.
E eu encontrei a alegria ali mesmo.
Bem no centro da minha tristeza.
Foi o desgosto que me ensinou a amar.

Houve um tempo em que tinha ansiedade.
Uma mente que não parava.
Pensamentos que não silenciavam.
Então parei de tentar silenciá-los.
E eu larguei da mente
fui para a terra,
para a lama.
Onde fui abraçado fortemente 
como uma árvore, inabalável, segura.

Houve um tempo em que a raiva queimou nas profundezas.
Eu chamei a raiva para a luz de mim mesmo.
Eu senti seu poder chocante.
Eu deixei meu coração bater e meu sangue ferver.
Escutei, finalmente.
E ela gritou: "Respeite-se ferozmente agora!".
"Fale a sua verdade com paixão!"
"Diga não quando você quer dizer não!"
"Ande o seu caminho com coragem!"
"Que ninguém fale por você!"
A raiva se tornou uma amiga sincera.
Um guia sincero
Uma linda criança selvagem.

Houve um tempo em que a solidão cortou profundamente.
Eu tentei me distrair e me entorpecer.
Corri para pessoas, lugares e coisas.
Até fingi que estava "feliz".
Mas logo eu não pude correr mais.
E eu caí no coração da solidão.
E eu morri e renasci
em uma requintada solitude e quietude.
Isso me conectou a todas as coisas.
Então eu não estava em solidão, mas sozinho com toda a vida.
Meu coração Um com todos os outros corações.

Houve um tempo em que fugia de sentimentos difíceis.
Agora, eles são meus conselheiros, confidentes, amigos,
e todos eles têm um lar em mim
e todos eles pertencem e têm dignidade.
Eu sou sensível, suave, frágil
meus braços envolveram todos os meus filhos internos.
E na minha sensibilidade, poder.
Na minha fragilidade, uma presença inabalável.

Nas profundezas das minhas feridas
no que eu tinha chamado de "escuridão",
Eu encontrei uma luz ardente
Isso me guia agora em batalha.

Eu me tornei um guerreiro
quando me virei para mim mesmo.

E comecei a ouvir.

Texto: Jeff FosterI
Imagem: Google 

sábado, 11 de agosto de 2018

Ser pai...


Eu não acho que uma pessoa que não tenha filhos seja incompleta.
Mas eu acredito que um pai se sinta pleno, se comparado com ele mesmo antes de ter filho.

Um filho é uma chance que todos nós temos de encostar na eternidade. De viver além da gente mesmo. Quando viramos noites e trocamos fraldas e levamos na creche e tentamos alimentar e dar banho e ajudar na lição, estamos encostando na eternidade. Estamos depositando esperança em um mundo além do nosso.

As pessoas vão olhar pros nossos filhos e dizer: “tem o sorriso do pai”. Ou “Eu conheço esse jeito de falar”. Ou “Esse olhar me lembra alguém”. É a gente. É a gente daqui há dez, vinte, cinquenta anos. É a gente, daqui a 100 anos, nos nossos netos. Eles aprendendo a andar, a desenhar, a escrever. É a gente ali. Nos bisnetos, tataranetos, “esse olhar me lembra alguém”, “de onde esse garoto tira tanta força de vontade?”.

É a gente. E as noites acordado, as fraldas, os banhos, o esforço e a dedicação. São as manhãs acordando do lado da criança, como se o sol estivesse do seu lado. Você se sente abraçado pela vida, o homem mais sortudo do universo. Você sente vontade de retribuir. Escrever um livro, plantar uma árvore. Inspirar outras pessoas a serem melhores.

Todo pai é uma inspiração. Todo pai é um otimista. Um ser cheio de esperança. Levando nos ombros um mundo melhor. As coisas vão ser melhores. Tudo vai melhorar. Essa é a nossa chance.

É a gente, encostando na eternidade.


Marcos Piangers
imagens google


Feliz dia dos Pais 
A todos pais, que mesmo diante de qualquer circunstância, se fazem presente na vida dos filhos...

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

As 5 regras para dominar a RAIVA




Vamos explicar cinco regras simples a respeito da raiva. Procure meditar nesses cinco aspectos para evitar que a raiva te domine:

A 1ª regra é bem simples e ela diz o seguinte: “a raiva bloqueia teu raciocínio”. Isso significa que os momentos em que explodimos de raiva são os piores para se tomar decisões, posto que as fortes emoções restringem nossa razão e nosso pensamento. Sempre que você fica com raiva e explode em intenso fervor emocional, você pode fazer escolhas que depois farão você se arrepender, e que podem até te prejudicar. Muitas vezes, tomados que estamos pela fúria, escolhemos, dizemos ou fazemos coisas que depois, na tranquilidade, pensamos “se estivesse calmo, não faria aquilo”. A trajetória de uma vida inteira pode ser modificada e destruída em apenas alguns minutos de ira.

A 2ª regra diz o seguinte: “Quem está nervoso muitas vezes deseja que outros fiquem como ele”, ou seja, todos aqueles que estão num estado de tensão, nervosismo e que vivem nas trevas da raiva e irritação compulsiva desejam que outras pessoas compartilhem do mesmo sentimento e descontrole. Quem está na escuridão quer que todos estejam na escuridão, pois assim eles sentem que há muitas pessoas como ele, e não se sente tão mal caso fossem os únicos. Apagar a luz dos outros é a melhor maneira de não enxergar sua própria escuridão. Em outras palavras, quem está na lama, quase sempre quer trazer os outros para a lama, pois assim eles têm “companhia”. O raivoso deseja ter alguém com quem compartilhar sua raiva, pois a raiva sozinha perde seu “combustível”, e muito frequentemente se transforma em depressão. Toda raiva não compartilha com outros acaba tornando o raivoso depressivo, com sentimentos de carência e vazio.

A 3ª regra é a seguinte: “Não dê poder a quem não tem”. Quando você se deixa levar pelos berros e deixa a raiva te dominar, você está dando poder àquela pessoa e permitindo a ela te desestabilizar. Mas esse poder de desorganização emocional é a própria pessoa que confere ao outro. No momento em que você pára de dar poder a quem não tem poder, você não mais se envolve pelas ofensas e agressões alheias e passa a ser mais neutro e menos vulnerável.

A 4ª regra diz algo muito importante: “A raiva prejudica a nós mesmos, e não ao outro”. Há uma máxima de sabedoria que diz o seguinte: “Ficar com raiva de outrem é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra”. O maior prejudicado com os acessos de raiva ou com a raiva prolongada somos nós mesmos. A ira pode gerar doenças emocionais e até físicas, em casos extremos, pode instalar quadros depressivos numa pessoa. A raiva contida é ainda mais prejudicial, pois vai aos poucos minando as nossas estruturas psicológicas. Portanto, tua raiva não prejudica o outro, ela afeta, em primeiro lugar, o próprio raivoso.

E por fim, a 5ª regra também é simples, mas pode parecer difícil de ser aplicada para algumas pessoas: “Não responda a uma ofensa, apenas silencie”. Quando, por exemplo, algum parente está envolto pela ira e começa a agredir a todos, a melhor resposta é o silêncio. Por que o silêncio? Pois é apenas no silêncio que aquela pessoa conseguirá ouvir a si mesma. Ela passará a ouvir seus próprios gritos, suas ofensas, suas agressões e terá a chance de se perceber, se sentir e se tocar do mal que está emanando. A quinta regra diz: apenas silencie e deixe a pessoa ouvir a si mesma. No momento em que não correspondemos a raiva, a pessoa perde sua energia, fica sozinha e passa a perceber a si mesma, e assim, ela pode enxergar-se como é. Dessa forma, a chance dela se ver e procurar se modificar é bem maior.”

Texto de Hugo Lapa
Imagem: Google 

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Pra hoje...



E feito uma prece, que a gente repita:
nada e ninguém poderá tirar a Paz que carregamos no peito;
coisa alguma vale o esforço da nossa Alma 
se não for para o nosso bem;
nenhuma força contrária empurrará nossa vontade 
para a contramão daquilo que a gente quer;
nenhuma palavra negativa soará mais alto 
do que dita nosso coração;
tempestade alguma impedirá a Fé nos voos mais bonitos,
pois se a gente coloca Coragem no impulso, 
a Vida direciona o vento.

Inês Seibert
Imagem:Google

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Sobre Egos e Medos



A principal função do nosso ego é nos manter protegidos e seguros, custe o que custar.
 
Então é bastante natural que alguns eventos ou situações que vivemos em nossas vidas deixem o nosso ego em alerta. 
 
Porque lá no fundo ele pensa assim:
"Tem alguma coisa diferente aqui, algo que não conheço ou que até conheço, mas não tenho uma boa lembrança, não sei onde isso vai dar, não sei se é bom ou ruim…é melhor eu me garantir. É melhor eu me proteger."
 
E uma forma bastante eficiente que o ego usa para se proteger é através do medo.
 
Primeiro para nos deixar fisicamente atentos e ligados, e segundo para fazer a nossa mente criar todos os cenários possíveis para que evitemos qualquer risco ou perigo.
 
A nossa mente vira um grande computador, criando cenários e calculando tudo o que pode dar errado.
 
Imagino que você sabe bem o que estou falando, quem nunca passou uma noite em claro com uma preocupação na cabeça, pensando e repensando em tudo o que podia acontecer?
 
Só que isso cansa, desgasta e estressa.
E pior, tira a nossa autoconfiança.
 
Então como lidar e reduzir os nossos medos?
 
Ou melhor, como usá-lo a nosso favor, como direcionar essa energia de forma produtiva em nossas vidas?
 
Você precisa seguir duas etapas fundamentais.
 
A primeira é identificar e dar nome para os seus medos.

Seus medos têm que estar claros para você, escritos em papel, conscientes e definidos de forma bem objetiva.
 
Pode parecer bobo isso, mas é muito normal nós termos medo de sentir medo, e para que isso não aconteça nós negamos que estamos com medo.
 
O famoso: “não…. tá tudo bem! Tá tudo ótimo, estou super feliz e confiante.” Quando na verdade você está cheio de medos negados.
 
Fugimos de olhar para os nossos medos, de olhá-lo nos olhos e dizer: “Eu te reconheço, você está aqui e não vou te ignorar.” 
 
Quando você escreve os seus medos no papel e torna-os vivos, você já deu um grande passo para não ser derrubado por eles porque agora seus medos não estão mais ocultos e podem ser trabalhados.
 
Você está desperto, atento e consciente em relação aos seus medos.
 
Existe um ditado do Aikido que diz o seguinte:
“Aquilo que é conhecido é trabalhável. Aquilo que é desconhecido pode nos derrubar.”
 
Então tornando seus medos conscientes você pode seguir para a segunda etapa: trabalhar os seus medos.
 
E aqui eu quero que você preste muita atenção no que eu vou dizer!
 
Não só para esse momento da sua vida, mas para toda a sua vida.
 
Essa é uma daquelas verdades que quando compreendida e vivida muda o jogo, mesmo!
 
A origem de todo e qualquer medo é a ignorância.
 
A ignorância sobre si mesmo ou a ignorância sobre o mundo que habitamos.
 
A ignorância é a raiz de todo medo. 

Cortando essa raiz o medo não cresce e cumpre a sua função inicial de nos deixar alertas e despertos para algo.
 
Então o antídoto para qualquer medo é o autoconhecimento e/ou o conhecimento.
 
O autoconhecimento é o antídoto para a sua ignorância a respeito do seu mundo interior e o conhecimento é o antídoto para a ignorância sobre o seu mundo exterior.
 
Então a próxima vez que você sentir medo pense o seguinte:
 
“Estou com medo por que existe algo que eu não conheço sobre mim mesmo e/ou sobre o mundo que eu habito. Esse é um convite da vida para que eu busque essa evolução pessoal.”
 
Coloque esse tipo de pensamento, comportamento e atitude em prática na sua vida sempre que identificar um medo e eu tenho certeza que muita coisa vai mudar para melhor na sua vida.
 
Porque os seus medos vão se desfazendo na medida em que você mergulhar cada vez mais em si mesmo e na busca ativa por informação e conhecimento.
 
É uma jornada, um processo, que você segue pouco a pouco, camada a camada, medo a medo; e aos poucos com presença e com paciência você vai diluindo os seus medos até eles sumirem.
 
E aqui fica mais uma dica:
 
Acostume-se a buscar conhecimento e informação sobre o mundo e sobre si mesmo. Torne isso uma rotina, um processo automático e prazeroso.
 
Porque o medo é um despertador da vida que nos chama para vivermos com mais presença e engajamento. Acorde com esse despertador o quanto antes ou o sono acaba virando pesadelo.
 
Bruno Giménez 

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Existe uma religião que...




Existe uma religião invisível...sem templos edificados, sem homens consagrados, sem ritos à cumprir...
Existe uma religião marginal...assim mesmo, à margem do trivial, à margem do aceitável, na sarjeta das devoções aplaudidas...
Uma religião sem dogmas, sem credo nem cartilha.
Religião dessacralizada, maltrapilha...
Fé que escorre na chuva, no pranto, na rua...
Fé que envolve minha alma e tua.
Que pia nos telhados, sopra e desmancha o penteado, se esgueira feito gato, nos olhando...
Ressabiado.
Fé que acolhe sem perguntas, sem obsessão pelo pecado.
Que brota da terra, perfumando e quebrando os ódios...
Que é toda só amor, sem culpas, sem tribunais.
Fé que quem descobre ter, parece ter endoidado...
Vê Deus em tudo, em todos, em cada centímetro desse traçado...
Esse traçado tão longo, tão puro e tão desvirtuado...
Que é a vida, esse caminho sagrado.
Que não se trilha sozinho...
E se tem que ser compartilhado, que seja na paz.
Religião sem prosélitos, flor que brota sem se aguar.
Fruto do bem divino, estendida a quem queira pegar.
Religião sem santo...
Sua doutrina aprendi, cantando no hinários dos grilos...
Nos “ais” da jornada de gente cansada...
Que ainda se arrisca a perceber encanto!
Na mão que afaga, ungida de compaixão...
É o cuidar, o simples cuidar, é essa a tal religião.

 Gi Stadnicki

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Pessoas mais seletivas evitam aborrecimentos futuros ...




É preciso selecionar as amizades a serem mantidas, os sentimentos a serem guardados, os ambientes onde nos demorarmos, as lutas que valem a pena serem travadas, os amores que merecem ser nutridos. Selecione, porque ninguém poderá fazer isso por você.

Quanto mais o tempo passa, quanto mais maturidade tivermos, estaremos menos dispostos a deixar por perto pessoas e coisas inúteis. Temos mania de carregar conosco, por tempo demais, bagagens que não são nossas. Temos certa tendência a aturar, além da conta, gente que não soma em nada, não acrescenta, não gosta e nem ama. É preciso selecionar.

É preciso selecionar as amizades. Podemos até ser cordiais com as pessoas, mas isso não deve significar que todas elas poderão caminhar junto conosco. Tem gente que emperra, não avança, nem possui a mínima noção de coleguismo. Por que, afinal, manter por perto quem nem se lembra de que existimos, quem não é capaz de perceber quando estamos bem ou não, quem não olha além de si mesmo?

Prof Marcel Camargo
Imagem: Google 

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Sobre o julgar as outras mães...



O problema não é você julgar a mãe que está agindo de uma maneira que você considera inadequada, pense dela o que quiser. O problema é você acreditar no seu julgamento e tomá-lo como verdade. É achar que você sabe do que está falando. É esquecer que seus pensamentos e opiniões são seus e são somente pensamentos e opiniões. Não, você não sabe nada da vida daquela mulher. Você não sabe quantas horas ela dormiu, quantas vezes chorou sozinha de medo e cansaço, quantas vezes se sentiu completamente incompetente e falha. Não faz ideia se ela tem rede de apoio, se tem quem olhe a criança pra que ela possa olhar pra si. Você não sabe o que é ser ela. Então não, você não pode saber como agiria se estivesse naquela situação porque jamais as variáveis serão iguais. E não importa se você já criou 357 filhos ou se educou todos os seus sobrinhos. Ela é única e muito, muito diferente de você. Por isso, queridos e queridas, antes de apontar seu dedinho para uma mãe ou falar que ela está certa ou errada, lembre que suas fantasias são suas, suas verdades são suas e não podem ser impostas a quem quer que seja. Sua intenção é ajudar? Então se cale e escute. Ouvir faz milagres. Quer aconselhar? Pergunte a ela se quer o seu conselho. Mas lembre que as respostas para a vida dela não estão dentro de você. 
Respeite a história que você desconhece. Respeite a complexidade da vida. Julgue a vontade, mas lembre que seu julgamento diz mais sobre você, suas crenças e convicções, que sobre o outro. 
Quer um mundo melhor? Ouça mais que fale. Ouça de coração, ouvidos e alma. Vai te fazer um bem danado. E a nós, mães, também.
Brigada. De nada.

Texto: Elisama Santos
Imagem: Google 

sábado, 23 de junho de 2018

Mãe sempre fica...




Mãe é quem fica. Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica.

Às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica.

Fica neles. Se eles comeram. Se dormiram na hora certa. Se brincaram como deveriam. Se a professora da escola é gentil. Se o amiguinho parou de bater. Se o pai lembrou de dar o remédio.

Mãe fica. Fica entalada no escorregador do espaço kids, pra brincar com a cria. Fica espremida no canto da cama de madrugada pra se certificar que a tosse melhorou. Fica com o resto da comida do filho, pra não perder mais tempo cozinhando.

É quando a gente fica que nasce a mãe. Na presença inteira. No olhar atento. Nos braços que embalam. No colo que acolhe.

Mãe é quem fica. Quando o chão some sob os pés. Quando todo mundo vai embora. Quando as certezas se desfazem. Mãe fica.

Mãe é a teimosia do amor, que insiste em permanecer e ocupar todos os cantos. É caminho de cura. Nada jamais será mais transformador do que amar um filho. E nada jamais será mais fortalecedor que ser amado por uma mãe.

É porque a mãe fica, que o filho vai. E no filho que vai, sempre fica um pouco da mãe : em um jeito peculiar de dobrar as roupas. Na mania de empilhar a louça só do lado esquerdo da pia. No hábito de sempre avisar que está entrando no banho. Na compaixão pelos outros. No olhar sensível. Na força pra lutar.

No coração do filho, mãe fica.

Texto escrito por Bruna Estrela
Imagem: Google

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Se na jornada da vida...


Se na jornada da vida um homem consegue encontrar um amigo sábio e inteligente que é bondoso e tem autocontrole, que ele vá com aquele viajante; e em alegria e lembranças, que eles superem os perigos da viagem.

Mas, se na jornada da vida um homem não consegue encontrar um amigo sábio e inteligente que é bondoso e tem autocontrole, que ele viaje sozinho, como um rei que deixou seu país, ou como um grandioso elefante sozinho na floresta.

Dhammapada
imagemdaqui


 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Quer conhecer a Apometria?



Olá amigos!

Me diz uma coisa...
Você anda triste, sentindo que não tem energia pra nada, sem ânimo, com a vibração baixa...
Pois é...talvez a sua energia esteja sendo sugada! Existem espíritos que sugam a nossa energia vital.
Influenciam nossos pensamentos e emoções. 
Talvez isso que você esteja sentindo nem seja seu! Já parou pra pensar?

Pois é amigos...
Que tal fazermos algo a respeito?
Te convido a conhecer a APOMETRIA 
A Apometria é uma técnica terapêutica criada pelo médico Dr. José Lacerda, cujo objetivo é tratar desequilíbrios espirituais, mais conhecidos como transtornos psicológicos ou seja, dores da alma.
A Andresa Molina, do Espaço Humanidade que entende tudo a respeito, está oferecendo um curso online sobre a Técnica! 
Você pode fazer sem sair de casa! Pensa que Beleza! 

Crescer espiritualmente, fazer uma limpeza energética, entender todo o processo, se reorganizar...
Emitir uma energia mais limpa, atrair pessoas e situações positivas! Quem não quer isso?
Então, que tal tomar uma atitude agora? hã?

Quer conhecer mais sobre o curso? 

Clique AQUI

E vida Nova! Você merece! 


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