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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dar a outra face?


"Dar a outra face é um símbolo de maturidade e força interior. Não se refere à face física, mas à psíquica. Dar a outra face é procurar fazer o bem para quem nos decepciona. É sair silenciosamente e sem estardalhaço da linha de fogo dos que nos agridem. Dar a outra face previne homicídios, traumas, cicatrizes impagáveis. Os fracos se vingam, os fortes se protegem."

 Augusto Cury
 no Livro "O vendedor de sonhos"

Difícil hem! 

Por que eu sofro pelos outros?

Tive uma família bem complicada. Abandono, doenças psiquiátricas, alcoolismo, separações, idas e vindas, traições. Tudo isso passou pelos meus olhos e ouvidos de criança, embora eu não me sentisse profundamente atingido pelos problemas. Tirando uma ou outra vez, fisicamente eu não era atingido, e emocionalmente eu sempre considerei que possuía uma força descomunal me protegendo e orientando. Na verdade, eu achava que todos os acontecimentos eram como provas para a minha evolução e por eu ter o equilíbrio, a paciência e o bom-senso, deveria ser o redentor daquela situação.


Cresci. Ainda na adolescência, buscando explicações racionais para a questão de haver pessoas com tantos problemas e outras com pouquíssimos ou nenhum, busquei na espiritualidade um conhecimento que me aliviasse a alma. Embora eu não tivesse a menor noção, estava já instalada na minha mente a crença de que pessoas mais evoluídas amparam o sofrimento das menos evoluídas e ficam no aguardo de uma vida melhor, num futuro incerto.

Esta ideia começou a ser gravada através das palavras e comportamento da minha avó, que foi quem me educou durante toda a infância e início da adolescência. Ela não se permitia um momento de prazer, de curtir a vida, e procurava encontrar problemas no comportamento de todos. Se não houvessem problemas imediatos, ela fazia tanta força mental que “somatizava” em seu corpo dores, doenças, etc. Minha avó era uma pessoa boa em termos católicos, cheia de princípios e moralismos. Exatamente por isso, ela não vivia em busca do prazer e da felicidade, e tinha plena convicção de que a vida era para ser sofrida, e não vivida. 

Sem perceber, eu carreguei a mesma ideia: sofrer pelos outros traria a minha redenção! Bem egoísta esta ideia: eu me colocava como alguém que era melhor que o outro e que saberia as soluções para o sofrimento deles! Esta ideia macabra de que o sofrimento purifica a alma é simplesmente uma indução continuamente lançada pelas pessoas que estão em posição de comando: governo, religiões, instituições, mídia. A mente humana desconhece o certo ou o errado.

A neurolinguística, estudando o funcionamento da mente e o porquê das atitudes e comportamentos humanos, percebeu que a mente humana é uma espécie de gravador que registra frases, sensações, emoções, associa tudo e processa um resultado. Para a mente não existe o certo ou o errado. Ela grava conceitos transmitidos pelos outros e aceita-os como verdade. Por exemplo, o mesmo nazista que achava certo matar judeus, salvava crianças e idosos em bombardeios. O mesmo judeu que condena veementemente o holocausto, segrega e agride palestinos. A mesma pessoa que quer absoluta liberdade para si, prende os filhos dentro de casa dizendo que é amor. Tudo isto é absolutamente normal, e ocorre com todo mundo.

A mente grava pela repetição e se houver emoção envolvida na gravação, ela cria uma gravação muito difícil de ser apagada.

- Você não sabe como eu estou dando duro para sustentar esta casa! Você não valoriza nada!
- Você não percebe como ele está com problema? Eu tenho que ajudá-lo!
- Você não tem coração! Não pensa em ninguém!

Esse tipo de frases, faladas com emoção, “grudam” na mente e somos induzidos a acreditar nelas. Não existe raciocínio neste caso, não existe certo ou errado: a mente irá repetir o conceito sem pensar se é verdade ou não. Ela simplesmente escolherá “um lado”!

Existe algo que causa maior emoção que o aparente sofrimento dos outros? O que as campanhas contra a fome mostram, para motivar a doação? O que as campanhas anti-tabagismo mostram? O que os programas que dizem ser contra a violência mostram?

Sofrimento, sofrimento! Mas onde está, especificamente, este sofrimento? Quem é que vê o outro sofrendo? Como funciona este processo de reconhecer o sofrimento? Sofremos o nosso sofrimento interior.
Depois de um tempo – bem longo, diga-se de passagem - entendi que não havia nenhum sofrimento na minha família. Havia problemas, sim, alguns até bem graves, mas o sofrimento era o meu sofrimento interior!

Você lembra, leitor, quando eu disse que queria resgatar os problemas da minha família? Pois é, neste momento assumi para mim mesmo que eu tinha que sofrer. Foi a “ordem” que eu dei a mim mesmo. E o pior: não coloquei prazo para este tal do resgate! Seria infinito, se eu não percebesse isso a tempo.

Neurologicamente falando, a gente só reconhece alguma coisa fora se existe um conceito gravado dentro. Eu só posso ver o sofrimento fora se eu tenho dentro de mim a ideia e a emoção de sofrimento. É por isso que existem pessoas que vivem em condições extremamente precárias, mas estão felizes, tranquilas, em paz com elas mesmas – elas escolheram dentro delas viver a emoção da alegria. Enquanto, por outro lado, existem pessoas como a minha avó (e eu, até tempos atrás) que estavam bem, mas cultivavam a ideia de que é necessário sofrer!

Alegria e sofrimento estão dentro de nós. Todos têm quantidade farta dessas “idéias e emoções”. Alegria e sofrimento não têm realidade, não têm vida própria, não são seres. Alegria ou sofrimento só pode surgir quando a mente humana realiza um único e decisivo ato. Focar!

É isso! O foco! Nossa mente funciona como um farol em noite escura, buscando identificar silhuetas. Se eu encontrar uma silhueta de “sofrimento” e não tirar mais o foco dela, é isso que se manifestará na minha vida. Que tal focar, então, a alegria somente? Experimente! 


Texto de Aruanan Alex Possato

19º Pílula da Felicidade


Aprenda a dizer não com gentileza. Se não dá para realizar uma tarefa, seja claro. Se não quer ir ao cinema naquele dia, o melhor é dizer não com todas as letras. No momento que você expressa sua vontade com verdade, você está dizendo sim pra si mesmo. Respeitar seus limites, é a chave para a felicidade.

Nem tudo são flores...




domingo, 3 de junho de 2012

Mágoa...


É preciso que entendamos que todas as mágoas são um reflexo do nosso ego ferido. São os "tinha que"... Fulano tinha que ter me considerado, tinha que ter feito isso por mim, tinha que ter agido de outra forma, tinha que ter etc...etc...etc... então quando as pessoas não agem ou não fazem da forma como nós estamos esperando, acabamos por nos reservar o direito de ficarmos magoados, ressentidos, tristes, quando na verdade, deveríamos lembrar que cada ser humano é diferente em suas ações, em suas reações e atitudes. Cada um procura fazer o seu melhor de acordo com aquilo que ele entende ser o melhor e não podemos julgar ninguém por isso, ainda mais porque ninguém tem o dever de nos considerar, de nos respeitar, de fazer por nós, de agir como nós gostaríamos. Ninguém é responsável pelas nossas mágoas e ressentimentos porque a responsabilidade pela nossa felicidade e o respeito pela nossa individualidade tem que partir de nós mesmos! Não adianta transferir todas as nossas expectativas para os outros não. Pare com essa história de mágoa porque todo mal sentimento acumulado ou arrastado por muito tempo se transforma em doença, então, não compensa ficar guardando isso de forma nenhuma! 
Vamos viver em paz, não tem nada pra perdoar ou desculpar, cada um é o que é e temos que aprender a conviver com o que o outro pode oferecer sem depender de nada, só devemos depender de nós mesmos.

Desconheço o autor, mas acredito ser do Gasparetto

Momentos bons de olhar...

Domingo de sol, friozinho, bom para fazer uma caminhada e apreciar alguns “momentos bons de olhar”... 
Momentos que fazem carícias na alma... 
Um deles é ver borboletas dançando entre as flores... 


O assobio do vento batendo nos eucaliptos, perfumando o ar... 


Ver passarinhos catando sementes no chão... 


Ver a alegria de um cão correndo sem coleira... livre...sendo ele mesmo. 



Momentos simples, mas que enchem a vida de encanto.... 

Beijos de sol...

8º Floral: Chicory


CHICORY
Nome científico: Cichorium Intybus 
Palavra chave: Superar a Possessividade 
Chicory é indicado para as pessoas que são possessivas, apegadas, ciumentas e que controlam e manipulam aqueles que amam, podendo até chegar a adoecer para chamar a atenção dos seus entes queridos. Chicory vai trazer a capacidade de doar sem exigir nada em troca, proporcionando que um amor verdadeiro e incondicional surja, não tendo mais a necessidade de controlar a vida das pessoas que ama.
Qualidades Positivas: Amor impessoal doado livremente, respeitando a liberdade e a individualidade dos outros.
Qualidades Negativas: Excelentes resultados são obtidos, quando usada em pessoas possessivas, ciumentas, manipuladoras, que não conseguem viver sem a presença de outros, valendo-se de quaisquer artifícios para conseguí-lo. Exigem mais do que dão. Para aqueles que fazem cobranças excessivas de atenção; crises de birra das crianças, natureza apegada ou manhosa demais. Para quem ainda não está feliz na terra. Congestão emocional. Para se satisfazer com o próprio corpo. Bom também para animais domésticos.

Fontes: Thaís Delboni/ STUM 
e Valquíria Geraldini com a descrição



No lugar do outro...


sábado, 2 de junho de 2012

O amor divino...


"O amor divino que nos torna verdadeiros com nós mesmos e aos outros. . . O amor divino é a solução para nossas dificuldades e problemas. Ele nos liberta de todo o tipo de ligação. Faz falarmos a verdade, e agir verdadeiramente. Faz-nos sentir um com o universo inteiro. O amor divino purifica os nossos corações e glorifica o nosso ser.  O amor transforma a velhice em juventude. Se você pode amar até o último suspiro, você permanecerá jovem. O amor não conhece idade. O amor não conhece a morte. Se você pode amar, o amor continuará além da morte também. O amor é a experiência mais preciosa na vida..." 

 Osho

Sobre a palavra...


18º Pílula da Felicidade


Sem caretice, a fidelidade em um bem a ser cultivado. Não estamos falando aqui apenas do namorado ou marido. Pode ser aos amigos, aos ideais. Veja o caso dos pinguins: eles saem pelo mar em busca de comida, mas voltam sempre ao mesmo ninho. E é uma espécie que está bem longe de extinção.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O amor enraizado...


"Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos."

 Santo Agostinho

Radar Interno...


Estamos tão viciados em falar de problemas, parece ser um simples desabafo mas...não! Vão criando alicerces de falta, dificuldades e preocupações e sem perceber eles silenciosamente nos fixam neste nível - criando a estagnação. Temos um radar interno que contêm o potencial de todas as respostas necessárias para progredirmos , geralmente abafado por questionamentos, conflitos com os outros e espera de soluções externas. Nada disto seria necessário se soubéssemos como nos livrar destas camadas que impedem o nosso radar atuar e criar movimentos perfeitos. Comece hoje um dia sem expressar problemas, silencie seus comentários de falta e dificuldade e experimente como mundo gira melhor! 

Rosalia Schwark

Ser um...



7º Floral: Chestnut Bud


CHESTNUT BUD
Nome científico: Aesculus hippocastanum 
Palavra Chave: Aprendizado e maturidade. 

Esta essência está diretamente relacionada com a capacidade da pessoa transformar suas vivências e as vivências alheias em aprendizado e maturidade. Quando não há aprendizado repetimos os mesmos erros. Isto pode acontecer por falta de interesse, falta de observação, ou por esquecimento do passado. Possuem uma visão superficial das situações e estão pouco interessados em perceber quais são as suas dificuldades e erros. O auto-conhecimento não é buscado. Muito pelo contrário, as experiências, principalmente as ruins, são deixadas de lado rapidamente. É comum estas pessoas apresentarem doenças periódicas. As crianças que necessitam da essência de Chestnut Bud são distraídas, esquecidas e lentas no aprendizado. A essência Chestnut Bud ajuda estas pessoas a transformarem as experiências em aprendizado. Este processo de aprendizagem acontece a partir do ato da pessoa enfrentar seu passado. Ele avalia suas experiências, avalia seus erros e acertos, e assim consegue superar suas dificuldades.
Qualidades Positivas: Assimilação de idéias. Aprendendo as lições a partir das experiências da vida; entendendo o karma; sabedoria.
 Qualidades Negativas: Indicada quando há repetição de erros ou experiências, por haver dificuldade em se aprender com elas. Útil em crianças com dificuldade de aprendizagem. Falta de concentração. Quando a alma está travada.


Fontes: Thaís Delboni/ STUM 
e geocites



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