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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

A vida é como um piquenique em uma tarde de domingo...



"A vida é como um piquenique em uma tarde de domingo — ela não dura muito tempo. Só olhar o sol, sentir o perfume das flores ou respirar o ar puro já é uma alegria. Mas se tudo o que fazemos é ficar discutindo onde pôr a toalha, quem vai sentar em que canto, quem vai ficar com o peito ou a coxa do frango…, que desperdício! Mais cedo ou mais tarde o tempo fecha, a tarde cai e o piquenique acaba. E tudo o que fizemos foi ficar discutindo e implicando uns com os outros. Pense em tudo que se perdeu." 

Na Terra dos Budas
Imagem:Google 

sábado, 25 de agosto de 2018

Apimentado a vida...



Imagem: passarinhos no Telhado 
Uma das coisas que aprendi a gostar nessa vida foi de pimenta. De uns tempos pra cá sinto vontade de comer coisas apimentadas! Fui pesquisar os benefícios da danada...e olha o que descobri: 

As pimentas são benéficas para o organismo porque possuem atividades antimicrobiana, anti-inflamatória, anticancerígena, melhoram a digestão, diminuem os níveis de colesterol e, por ter efeito termogênico, ou seja, acelerar o metabolismo, ajudam a emagrecer. Mas nem todas as pimentas trazem esta lista de vantagens. Para colher tais benefícios é preciso que a pimenta seja do gênero Capsicum.


As principais pimentas do gênero Capsicum produzidas no Brasil são: jalapeño, pimenta de cheiro, pimenta de bode, cumari-do-Pará, malagueta, dedo-de-moça, murupi, biquinho e cambuci ou chapéu de frade. A quantidade de capsaicinoides de cada uma destas pimentas varia de acordo com a ardência dos frutos, quanto mais picante, maior a quantidade do princípio ativo.

Fonte:minha vida 

Viu só que beleza! 
Bora apimentar a vida gente! :)

Observe o colibri...



"Observe o colibri. Não adianta a flor ser exuberante. Ele só se detém na que tem doçura. O beija flor sabe que, aquilo que importa está dentro. A beleza exterior pode atrair o pássaro, mas ele só fica se ela for projeção do que habita o coração."

Andrade Moraes
Imagem: Google 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Tudo é uma questão de interpretação...


Tudo é uma questão de interpretação! 
E quando falo isso, falo com muita convicção mesmo! 
Tenho uma página no Facebook com o mesmo nome do blog, onde compartilho mensagens, textos etc. E fico chocada como algumas mensagens são distorcidas e mal interpretadas. Às vezes eu fico até me questionando...será que sou eu que entendi tão errado assim? 

As pessoas distorcem conforme suas emoções, conforme o que elas vivem no momento, conforme suas experiências passadas. Muitas vezes elas se detém a “uma palavra” da mensagem e não olham o contexto que ela foi inserida. E julgam! 

Ah! E como  julgam! 
Discordar é uma coisa, mas ser grosseiro é outra bem diferente. 
Em tempos de redes sociais, o que mais temos são juízes escondidos atrás de seus perfis bloqueados ao público. Com seus olhos maldosos estão sempre à procura de um detalhe para “ apontar o dedo” e falar mal. São grosseiros, desrespeitosos e inconvenientes. Jamais agiriam assim se estivessem frente a frente com as pessoas. São corajosos porque sabem que estão distantes! 

Esses dias fiz uma postagem e fiquei chocada como ela foi distorcida. Como ela foi mal interpretada por alguns! 

Vamos olhar além! Sair da órbita do nosso umbigo. 
Quando ler, leia de novo. E de novo, e de novo... 
Pense como a vida é grandiosa e vai além das nossas experiências. 
Se questione! Porque isso me incomodou? 
O que mexeu em mim? 
Ao invés de criticar de primeira, reflita. 
Mas se mesmo assim, discordar e quiser colocar o seu ponto de vista, faça! Mas faça de forma respeitosa. 

Vamos parar de achar que a tela nos distância das pessoas e nos isenta de responsabilidades. 
Magoamos, somos magoados e temos o poder
deixar o dia de alguém melhor ou pior. 
Sim amigos! Podemos escolher. 

Então opte pela gentileza! Pela delicadeza! Pelo respeito! Opte por se colocar no lugar do outro. 
Elegância definitivamente é uma beleza que nunca acaba. 

Beijos respeitosos...

Sheila Costa 
Do Blog Passarinhos no Telhado 

sábado, 18 de agosto de 2018

Como me tornei um guerreiro...



Houve um tempo em que fugia do medo
então o medo me controlava.
Até que aprendi a segurar o medo como um recém-nascido.
ouvi-lo, mas não ceder.
Honra-lo, mas não o adorar.
O medo não podia mais me impedir.
Eu entrei com coragem na tempestade.
Ainda tenho medo
mas ele não me tem.

Houve um tempo em que 
eu tinha vergonha de quem eu era.
Eu convidei a vergonha para o meu coração.
Eu a deixei queimar.
Ela me disse: "Estou apenas tentando
proteger sua vulnerabilidade ".
Eu agradeci à vergonha,
e entrei na vida de qualquer maneira,
sem vergonha, com a vergonha como minha amante.

Houve um tempo em que tive muita tristeza
enterrada bem no fundo.
Eu a convidei para sair e brincar.
Eu chorei oceanos. 
Os meus canais lacrimais estavam secos.
E eu encontrei a alegria ali mesmo.
Bem no centro da minha tristeza.
Foi o desgosto que me ensinou a amar.

Houve um tempo em que tinha ansiedade.
Uma mente que não parava.
Pensamentos que não silenciavam.
Então parei de tentar silenciá-los.
E eu larguei da mente
fui para a terra,
para a lama.
Onde fui abraçado fortemente 
como uma árvore, inabalável, segura.

Houve um tempo em que a raiva queimou nas profundezas.
Eu chamei a raiva para a luz de mim mesmo.
Eu senti seu poder chocante.
Eu deixei meu coração bater e meu sangue ferver.
Escutei, finalmente.
E ela gritou: "Respeite-se ferozmente agora!".
"Fale a sua verdade com paixão!"
"Diga não quando você quer dizer não!"
"Ande o seu caminho com coragem!"
"Que ninguém fale por você!"
A raiva se tornou uma amiga sincera.
Um guia sincero
Uma linda criança selvagem.

Houve um tempo em que a solidão cortou profundamente.
Eu tentei me distrair e me entorpecer.
Corri para pessoas, lugares e coisas.
Até fingi que estava "feliz".
Mas logo eu não pude correr mais.
E eu caí no coração da solidão.
E eu morri e renasci
em uma requintada solitude e quietude.
Isso me conectou a todas as coisas.
Então eu não estava em solidão, mas sozinho com toda a vida.
Meu coração Um com todos os outros corações.

Houve um tempo em que fugia de sentimentos difíceis.
Agora, eles são meus conselheiros, confidentes, amigos,
e todos eles têm um lar em mim
e todos eles pertencem e têm dignidade.
Eu sou sensível, suave, frágil
meus braços envolveram todos os meus filhos internos.
E na minha sensibilidade, poder.
Na minha fragilidade, uma presença inabalável.

Nas profundezas das minhas feridas
no que eu tinha chamado de "escuridão",
Eu encontrei uma luz ardente
Isso me guia agora em batalha.

Eu me tornei um guerreiro
quando me virei para mim mesmo.

E comecei a ouvir.

Texto: Jeff FosterI
Imagem: Google 

sábado, 11 de agosto de 2018

Ser pai...


Eu não acho que uma pessoa que não tenha filhos seja incompleta.
Mas eu acredito que um pai se sinta pleno, se comparado com ele mesmo antes de ter filho.

Um filho é uma chance que todos nós temos de encostar na eternidade. De viver além da gente mesmo. Quando viramos noites e trocamos fraldas e levamos na creche e tentamos alimentar e dar banho e ajudar na lição, estamos encostando na eternidade. Estamos depositando esperança em um mundo além do nosso.

As pessoas vão olhar pros nossos filhos e dizer: “tem o sorriso do pai”. Ou “Eu conheço esse jeito de falar”. Ou “Esse olhar me lembra alguém”. É a gente. É a gente daqui há dez, vinte, cinquenta anos. É a gente, daqui a 100 anos, nos nossos netos. Eles aprendendo a andar, a desenhar, a escrever. É a gente ali. Nos bisnetos, tataranetos, “esse olhar me lembra alguém”, “de onde esse garoto tira tanta força de vontade?”.

É a gente. E as noites acordado, as fraldas, os banhos, o esforço e a dedicação. São as manhãs acordando do lado da criança, como se o sol estivesse do seu lado. Você se sente abraçado pela vida, o homem mais sortudo do universo. Você sente vontade de retribuir. Escrever um livro, plantar uma árvore. Inspirar outras pessoas a serem melhores.

Todo pai é uma inspiração. Todo pai é um otimista. Um ser cheio de esperança. Levando nos ombros um mundo melhor. As coisas vão ser melhores. Tudo vai melhorar. Essa é a nossa chance.

É a gente, encostando na eternidade.


Marcos Piangers
imagens google


Feliz dia dos Pais 
A todos pais, que mesmo diante de qualquer circunstância, se fazem presente na vida dos filhos...

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

As 5 regras para dominar a RAIVA




Vamos explicar cinco regras simples a respeito da raiva. Procure meditar nesses cinco aspectos para evitar que a raiva te domine:

A 1ª regra é bem simples e ela diz o seguinte: “a raiva bloqueia teu raciocínio”. Isso significa que os momentos em que explodimos de raiva são os piores para se tomar decisões, posto que as fortes emoções restringem nossa razão e nosso pensamento. Sempre que você fica com raiva e explode em intenso fervor emocional, você pode fazer escolhas que depois farão você se arrepender, e que podem até te prejudicar. Muitas vezes, tomados que estamos pela fúria, escolhemos, dizemos ou fazemos coisas que depois, na tranquilidade, pensamos “se estivesse calmo, não faria aquilo”. A trajetória de uma vida inteira pode ser modificada e destruída em apenas alguns minutos de ira.

A 2ª regra diz o seguinte: “Quem está nervoso muitas vezes deseja que outros fiquem como ele”, ou seja, todos aqueles que estão num estado de tensão, nervosismo e que vivem nas trevas da raiva e irritação compulsiva desejam que outras pessoas compartilhem do mesmo sentimento e descontrole. Quem está na escuridão quer que todos estejam na escuridão, pois assim eles sentem que há muitas pessoas como ele, e não se sente tão mal caso fossem os únicos. Apagar a luz dos outros é a melhor maneira de não enxergar sua própria escuridão. Em outras palavras, quem está na lama, quase sempre quer trazer os outros para a lama, pois assim eles têm “companhia”. O raivoso deseja ter alguém com quem compartilhar sua raiva, pois a raiva sozinha perde seu “combustível”, e muito frequentemente se transforma em depressão. Toda raiva não compartilha com outros acaba tornando o raivoso depressivo, com sentimentos de carência e vazio.

A 3ª regra é a seguinte: “Não dê poder a quem não tem”. Quando você se deixa levar pelos berros e deixa a raiva te dominar, você está dando poder àquela pessoa e permitindo a ela te desestabilizar. Mas esse poder de desorganização emocional é a própria pessoa que confere ao outro. No momento em que você pára de dar poder a quem não tem poder, você não mais se envolve pelas ofensas e agressões alheias e passa a ser mais neutro e menos vulnerável.

A 4ª regra diz algo muito importante: “A raiva prejudica a nós mesmos, e não ao outro”. Há uma máxima de sabedoria que diz o seguinte: “Ficar com raiva de outrem é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra”. O maior prejudicado com os acessos de raiva ou com a raiva prolongada somos nós mesmos. A ira pode gerar doenças emocionais e até físicas, em casos extremos, pode instalar quadros depressivos numa pessoa. A raiva contida é ainda mais prejudicial, pois vai aos poucos minando as nossas estruturas psicológicas. Portanto, tua raiva não prejudica o outro, ela afeta, em primeiro lugar, o próprio raivoso.

E por fim, a 5ª regra também é simples, mas pode parecer difícil de ser aplicada para algumas pessoas: “Não responda a uma ofensa, apenas silencie”. Quando, por exemplo, algum parente está envolto pela ira e começa a agredir a todos, a melhor resposta é o silêncio. Por que o silêncio? Pois é apenas no silêncio que aquela pessoa conseguirá ouvir a si mesma. Ela passará a ouvir seus próprios gritos, suas ofensas, suas agressões e terá a chance de se perceber, se sentir e se tocar do mal que está emanando. A quinta regra diz: apenas silencie e deixe a pessoa ouvir a si mesma. No momento em que não correspondemos a raiva, a pessoa perde sua energia, fica sozinha e passa a perceber a si mesma, e assim, ela pode enxergar-se como é. Dessa forma, a chance dela se ver e procurar se modificar é bem maior.”

Texto de Hugo Lapa
Imagem: Google 
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