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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Deixa o ciúme pra lá...e seja feliz!

Nossa, como a pessoa ciumenta sofre! Ela passa a exigir demais do parceiro. E vicia nele! Quanto mais exige, menos amor-próprio tem. É um ciclo sem fim. Não podemos nos deixar levar por ele. Você deve estar se perguntando: “Mas como controlar algo que vem de lá de dentro? Como neutralizar o ciúme assim que ele dá sinal de vida?“.

Muito bem, vamos fazer um trabalho de autossuficiência. Isso significa que você precisa se bastar. Para ser feliz no amor é preciso primeiro estar bem interiormente. E não submetida à estima e ao apoio do outro. Aquilo que você procura no parceiro não vai encontrar! Não antes de se tornar uma pessoa bacana para si mesma. Quando começa a cultivar suas próprias virtudes, você consegue estar plena afetivamente. Naturalmente você cria uma atmosfera em volta de si e atrai pessoas com as características que almeja.

A salvação do ser humano é parar de querer do outro o que está dentro de si! Há ainda aqueles que vivem afirmando que são carentes. Oras, isso é vergonhoso! Carência não significa que se precisa receber, e sim dar. Dar a si mesma. Preencher-se com seu eu. Nada importa mais do que SUA aprovação.

Entendeu a dinâmica do processo? Sim, mas ainda não tem segurança de que conseguirá colocá-la em prática? Vamos lá: assim que o ciúme surgir, recolha-se, feche os olhos, respire e solte suas preocupações. Preparada? Faça agora, calmamente, a seguinte mentalização:
“Sou completa e despreocupada. Só atraio o bem. As forças espirituais agem a meu favor porque eu me respeito e me coloco em primeiro lugar. Jogo fora velhas ideias e assumo atitudes novas, visando o meu melhor”.

Imagine agora uma luz no seu peito, quente e confortável, que vai se acendendo e se abrindo. À medida que ela brilha, você muda de lugar e se vê numa praia. Uma música vem do ar como se seres invisíveis tocassem pra você. Isso começa a lhe dar paz. Em pensamento, diga: “Eu sou livre para escolher. E escolho ser feliz porque sou boa. Neutralizo qualquer emoção que sabote minha alegria. Sou responsável pelo meu bem-estar. E só vou alimentar emoções que me tragam leveza e conduzam à realização. Faço a minha parte e, assim, contribuo para a minha evolução”.

Luiz A. Gasparetto

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